domingo, 10 de abril de 2016

Em 'boa' companhia



EU SOU PREFEITO?




DEPOIS DE 3,5 anos Valmir parece capitular frente ao fato de que não sabe de onde veio e para que esta a frente do governo de Parauapebas. A inauguração maciça de obras que herdou na ultima gestão finalmente e a primeira vista o credencia para disputar a próxima eleição.

Ledo engano. As coisas vão de mal a pior nesta gestão, que nunca mais pode ou poderá repetir em  Parauapebas. Esta gestão é o fiel retrato das gestões de Bel Mesquita e Darci Lermen, que apenas fizeram jogar a cidade num buraco cavado e explorado pela VALE MINERADORA. 

Nunca prevemos ou trabalhamos em prol do futuro. Nunca se pensou lá atrás que poderia sim, um dia a VALE explorar tudo ou inaugurar uma mina nova e produtiva no nosso quintal. Vimos Carajás como redenção e não trabalhamos. Agora o futuro chegou: viva o passado!

Ocorre que Valmir da Integral não merece a reeleição mesmo porque nunca mereceu ser eleito. Ocupou um vácuo de nomes e potencialidades, ficando  tão sem espaço que teve de escolher uma dona de casa e um politico “experto” com escudeiros de vice.  Ângela e Massud nunca representaram um ideal de virtudes ou trabalho, apenas oportunidade. Ele caiu nesta.


E agora, com tantos crimes perpetrados e sob severa investigação, corre o risco de, se eleito, perder o cargo para seu vice. Este vice do Valmir é quem vai governar, caso as massas eleitores esqueçam o que este homem fez com nossa cidade.

A morte de Dr. Bento é mais um passivo dessa gestão. Soma-se a todas as mortes, sejam morais, sejam físicas, de pessoas que erroneamente lidaram e  prestaram serviço a este desgoverno.


Eu não sou prefeito! Valmir deve internalizar esta afirmativa desde já. Não será e nunca foi prefeito. Apenas mais um oportunista a sentar numa cadeira que não faz jus, levado pelas massas insanas e manipuladas. Que finalmente despertam nas filas do hospital, no desemprego terrível e sem solução, na queda da arrecadação e nas dividas pessoais. Não se comem lotes, estradas, creches, hospitais e rodovias. As pessoas precisam trabalhar e ter segurança social.