sexta-feira, 31 de março de 2017

Saúde pública



Febre Amarela: 44 das 64 cidades prioritárias têm vacina para imunização total

  • 31/03/2017 19h37
  • Rio de Janeiro
Flávia Villela - Repórter da Agência Brasil
Dos 64 municípios prioritários para a imunização contra a febre amarela no estado do Rio de Janeiro, 44 têm disponibilizadas doses de vacina para imunizar toda a população, informou hoje (31), a Secretaria de Estado do Rio de Janeiro (SES). A lista de municípios prioritários é feita com base na avaliação constante do cenário epidemiológico do Rio e dos estados vizinhos Minas Gerais e Espírito Santo. O secretário estadual de Saúde, Luiz Antonio Teixeira Jr., explicou que o foco agora são as regiões mais vulneráveis, mas que a meta da pasta é imunizar a população dos 92 municípios fluminenses até o fim do ano, observando as contraindicações - cerca de 12 milhões pessoas.


 A meta da Secretaria de Saúde do Rio é imunizar a população dos 92 municípios fluminenses até o fim do anoFlavia Villela/Agência Brasil

“É importante que, fora das cidades prioritárias, seja priorizada a imunização das pessoas que planejam viajar para áreas consideradas de risco, uma vez que estamos contando com o Ministério da Saúde para atendimento da demanda do Rio de Janeiro, visando a imunização de toda a nossa população até o fim deste ano, de forma gradativa”, disse o secretário.

Até o momento, nove casos da doença foram registrados no estado. A estimativa da secretaria é que sejam necessárias entre 8 milhões e 9 milhões de novas doses, além das mais de 3,6 milhões disponibilizadas para as 92 prefeituras do estado.

Entre os 64 municípios prioritários, 44 tem disponibilidade de vacinas em quantidade suficiente para imunização de seus habitantes: Aperibé, Areal, Bom Jardim, Bom Jesus do Itabapoana, Cachoeiras do Macacu, Cambuci, Cantagalo, Carapebus, Cardoso Moreira, Carmo, Casimiro de Abreu, Comendador Levy Gasparian, Conceição de Macabu, Cordeiro, Duas Barras, Engenheiro Paulo de Frontin, Guapimirim, Italva, Itaocara, Itatiaia, Laje do Muriaé, Macuco, Miguel Pereira, Miracema, Natividade, Paty do Alferes, Porciúncula, Quatis, Quissamã, Rio Bonito, Rio das Flores, Rio das Ostras, Santa Maria Madalena, Santo Antônio de Pádua, São Fidélis, São João da Barra, São José de Ubá, São José do Vale do Rio Preto, São Sebastião do Alto, Sapucaia, Silva Jardim, Sumidouro, Trajano de Moraes e Varre-Sai.

Aos todos 20 municípios são considerados prioritários, mas ainda não tem o número de doses suficientes para a imunização total de suas populações: Araruama, Armação dos Buzios, Arraial do Cabo, Cabo Frio, Campos dos Goytacazes, Iguaba Grande, Itaperuna, Macaé, Magé, Nova Friburgo, Paraíba do Sul, Petrópolis, Resende, SãoFranciscode Itabapoana, São Pedro da Aldeia, Saquarema, Tanguá, Teresópolis, Três Rios e Valença.

O subsecretário de Vigilância em Saúde da secretaria, Alexandre Chieppe, explicou que, com base nos pedidos de reposição enviados pelas prefeituras, a estimativa é que 80% da quantidade já disponibilizada foi utilizada pelas secretarias municipais de Saúde. “No Rio, nossa estratégia está sendo definida com base na avaliação constante do cenário epidemiológico e vulnerabilidade dos municípios, priorizando áreas rurais e de matas, uma vez que o vetor que transmite a doença é o silvestre”, disse.

Para dar apoio aos municípios prioritários, a secretaria firmou parceria com o Corpo de Bombeiros e com a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater) para que os agentes de saúde municipais atuem em parceria nas zonas rurais mais distantes e áreas de difícil acesso. Em Casimiro de Abreu, município onde foram confirmados os primeiros casos, um hospital de campanha foi montado e imunizou mais de 6 mil pessoas em 48 horas.

Edição: Fábio Massalli
 


terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

Renova Parauapebas



DARCI, prefeito!














Lentamente, muito lentamente temos virada a malfadada pagina dos últimos quatro anos de história local. Com toda a merda provocada por aquele prefeito e seu séquito.

Agora temos diante da história, o retorno de um ex-prefeito que governou a cidade por oito anos.

Com uma vitória apertada e quase paralisante temos um novo grupo conduzindo Parauapebas. E com um histórico, o que podemos deduzir por ser quase o mesmo grupo de outrora passado quatro anos.

Darci é um líder carismático e tremendamente político. Pode dar sobrevida ao projeto Parauapebas Grande, pode assumir a luta por Parauapebas, Cidade Sustentável.

Já está sabendo ouvir e vai buscar ações renovadoras. E não vai querer fazer as coisas novas do modo antigo.

Recomendamos Parauapebas, Cidade sustentável porque não acreditamos na mineração. A preocupação em manter minas é desgastante e limitadora. Temos que pensar além das minas.

A cidade sustentável foca em energias limpas e renováveis, centro acadêmico e de saúde, centro turístico, lazer e aventura, cultura e esportes.

Foca em transformar o homem em centro de processos: tudo é feito em prol das pessoas e retornam para elas. E isso não tem prazo de validade nem ideário político ou preferências pessoais.

Portanto prefeito, estamos aqui e prontos para ajudar.



quarta-feira, 30 de novembro de 2016

Gestores que não sabem ver



DIAMANTES SOB AS SOLAS DOS PÉS
SUCATEAR CIDADES











Temos notícias que 80% das cidades brasileiras, que declaram sua situação ao governo central estão quebradas. Não tivemos acesso aos dados contábeis que levam a essas declarações e nem temos histórico econômico das mesmas, mas é um número expressivo para se divulgar.

As cidades não cumpriram determinação da sumula 402 da casa da moeda que as determina contabilizar seu patrimônio tangível, na sua totalidade. Deixam excelentes recursos de fora de sua contabilidade e se apresentam como vilarejos medievais. Não avaliam seus recursos e sua capacidade de fazer caixa e gastam pessimamente os recursos vindos do governo central.

É lamentável e todas são na verdade muito ricas, depende da lente que as examina. A maior riqueza dessas cidades é sua população, seguida de seus recursos materiais e intelectuais. Desprezam seus recursos, os ignoram ou ainda e pior, não os conhece.
Viciadas que estão, na dependência de recursos, cada vez mais escassos, dos governos centrais, estados e federação.

As cidades brasileiras são muito ricas. Estão deitadas sobre potes de ouro e cegos pela velha política e pela corrupção, aliadas a covardia inerente as elites brasileiras que dominam a política e a direita ortodoxa e burra, que nega com veemência imensa parcela da população, não se atentam para soluções heterodoxas de alianças privadas, desregulamentações, praticas associativas e renovação de produção e inclusão social e econômica. Insistir nesse modelo que carregamos há séculos, definitivamente não dá mais.

Não entendemos porque é obrigação exclusiva das prefeituras fornecer água tratada, captação e tratamento de esgotos, vias públicas limpas e asfaltadas, iluminação pública e limpeza urbana. Isso é trabalho, o capital básico, principio que se assenta o capitalismo. Porque não transformamos esse dispêndio tremendo, principalmente quando de sua manutenção – custeio, em algo lucrativo para todos?