terça-feira, 27 de setembro de 2016

Campanha de crimes



COMPRA DE VOTOS
















COM UMA CAMPANHA FEIA, DESONESTA e típica de sua ação nesses últimos quatro anos, Valmir da Integral e sua “equipe esperta” tentam induzir o eleitor ao erro criando factoides recorrentes sobre o principal candidato e seguramente vencedor dessas eleições no domingo, Darci Lermen. A manobra para torna-lo inelegível, comentada e espalhada recorrentes vezes não passou disso – manobra. E das feias. Colocando a justiça e novamente a polícia federal de olho nos grupos de poder. 

Porque a campanha de Marcelo Catalão não se envolvia, ela inovação e pelas consequências que seria ganhar chutando a canela do adversário.

Aliás isso não é política, é armação e incompetência. Não podemos acreditar num vale tudo desenfreado. Porque é assim que Valmir da Integral pensa e age. Incapaz de inovar e confiar em si, passou a atacar o principal candidato espelhando mentiras, ações nefastas e fofocas a que apenas fortaleceram ainda mais quem já conhece a estratégia desse grupo e quem realmente quer renovação na cidade.

Compra de votos
Aqui cabe um hiato – a justiça eleitoral, os órgãos de investigação e os juízes locais. Porque a permissividade. A campanha agressiva e desonesta de Valmir da Integral e seu grupo, claramente estimulada pelo silencio legal, esta ousando ainda mais. A estratégia de compra de votos esta escancarada e totalmente em aberto. Há uma verdadeira filosofia de marketing de rede para sua aquisição e fiscalização da entrega dia 2.

É impressionante o número de pessoas simples que tem nos procurado perguntando pelos riscos que correm em aceitar entregar o número do seu título de eleitor em troca de setenta reais. Se o comprador tem mesmo condições de conferir com alguma relação, emitida pelo próprio TSE.

Está sendo feito assim: um cabo eleitoral popular busca quinze eleitores numa espécie de cadastro. O aliciador recebe trezentos reais, o cabo eleitoral os benefícios e os eleitores recebem cada um, setenta reais. Já iniciou os pagamentos, garantidos que estão pela relação de títulos, endereço e zona.

Como estão fazendo abertamente e sem maiores cuidados, imagina-se uma justiça eleitoral realmente cega. E no ambiente fermentador do desemprego e das dívidas, imagine o que vai acontecer dia 2 de outubro.

Corruptores e corrompidos não devem ficar impunes. O pobre eleitor não é mais inocente que o esperto aliciador e candidato. O problema é que a justiça brasileira – qualquer delas, tem cor e faixa de renda.