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segunda-feira, 10 de agosto de 2015

Desviar o foco da crise para a Câmara dos Vereadores, foi como o executivo conseguiu vencer os últimos meses.

SOBRE O CINISMO

DO PREFEITO VALMIR DA INTEGRAL E SEU BANDO








A sociedade e a opinião pública precisam se posicionar e se informar sobre  a tragédia em curso na cidade. Tentam desviar para a Câmara dos Vereadores toda a tragédia que se abate sobre Parauapebas. Esta tragédia foi trazida com a eleição de Valmir da Integral e seu bando: crimes de toda ordem foram se tornando corriqueiros. Corrupção em larga escala – estimo que foram para o ralo 600 milhões, valores significativos mesmo frente a operação Lava-Jato. Há rumores que autoridades estão mancomunadas e se percebe que há um  e$forço  violento no sentido de acalmar as coisas, manter um mandato que já não lhes pertence. Os vereadores foram corrompidos pelo  prefeito na maior parte das vezes. Vejam a compra dos terrenos e da casa dos vereadores. A gestão do Josineto cometeu os mesmos erros da gestão do  Ivanaldo Braz. As mesmas, tudo continuou como antes. Braz esta comprometido com sua mulher, a ácida secretaria de Habitação, Maquivalda. É tanta merda que a justiça não poderá fechar os olhos. Quem ajudar a esconder as evidencias dos crimes, será cúmplice. Não são um ou dois que sabem de tudo. É o próprio Ministério Público, Estadual e federal. É o próprio Ministério da Saúde, da Educação. É a Policia Federal. A mesma policia que esta prendendo grandes empresários que jamais pensaram em ser afastados de suas empresas e serem privados de liberdade. Somos nós, os cidadão que acompanham as peripécias de Gilmar, de Maquivalda, de Kesia, Mauro Santos, Wellington Valente, Queiroga, Zoênio, Rômulo, Leudicy, Mendes, Juliana e tantos outros ratos menores. JUSTIÇA JÁ! FORA VALMIR DA INTEGRAL! FORA DARCI LERMEN! 









Noticias recorrentes discutiam a renuncia de Valmir da Integral. Nunca acreditei porque sei de sua resiliência. A execração pública do juiz da cidade e da Justiça do Estado do Pará em curso é humilhante. Autoridades do judiciário passaram a aconselhar Valmir da Integral, é o que dizem. Recomendam que ele tire sua filha, Flavinha, do comando da Comissão de Licitação e da chefia da Secretaria de Planejamento. Há decisão judicial para a retirada da jovem do comando de tão importantes pastas para seu pai. Corrupção e desmandos, acinte e desrespeito claros a ordem da justiça que já decidiu, há cerda de um ano, pela demissão da moça.

Valmir jamais vai obedecer este ou aquele, ainda mais se garantiram sua não saída do poder – apesar de todos os crimes cometidos, documentados e provados. Como podem ver abaixo, imagens da compra pela prefeitura de terreno do vereador Major da Mactra e da casa de Devanir Lopes. Vejam por si.






Agora veja na lei orgânica, a proibição de tais negociatas.



Inconcebível que os vereadores Odilon Rocha, Arenes e Josineto tenham sido presos preventivamente e Valmir da Integral, mesmo com a quantidade de provas apreendidas não. É a justiça do Para funcionando do seu modo: por diferença de capacidade de pagamento. Valmir deveria ter sido afastado e assim evitado a precarização dos serviços da cidade e o estrago causado desde a primeira ação e principalmente com o assassinato covarde do Dr. Jakson. Nunca vamos entender o tempo da justiça ou o papel de um juiz que conversa com vereadores e prefeito e que, por sua formação e conhecimento sabe quem merece proteção é o povo, que vota, que paga impostos e que trabalha para sustentar e enriquecer políticos de meia pataca.

Valmir e seu bando, Mendes à frente, se locupletam com recursos que pertencem a todos nós. Há crimes diversos cometidos, há provas, há investigação. Porque será que Valmir esta sendo protegido? E declaradamente protegido? Quais acordos estão em andamento para que ele não caia, não ceda um lugar que ele não soube e não merece ocupar?

Porque autoridades estão decidindo favorável ao crime, justamente o que deveriam combater. Diriam, não há coerência na justiça brasileira. E nem podem ser coerentes pois as relações de poder e pessoais valem mais que a constituição e a justiça. Não há lei escrita que prevaleça sobre os interesses pessoais dos  homens.

Podemos acreditar. Mas que a justiça esta devendo em relação aos desmandos de Parauapebas, esta. Valmir da Integral não pode e não merece ainda esta a frente de um governo complexo e milionário como este. Ultrapassou todos os limites. O que ainda o salva é sua pele de carneiro. Sendo o lobo perverso e sanguinário que é, enquanto  habitar a pele do manso carneiro, chorão, covarde em frente as autoridades para depois, ao despi-la gozar e rir dos incautos, se dará bem.
Acorde interlocutores de Valmir da Integral! É ele o chefe do bando que hoje assola e destrói Parauapebas.

Acorde governador e judiciário. É Valmir da Integral quem esta no comando. Para quem tem futuro ou cargo vitalício Valmir não merece a hesitação, a espera, o prazo. E nem tão  pouco o apadrinhamento, a desculpa, o vamos deixar para depois. Ele vai recorrentemente, como esta fazendo agora com todos, sejam juízes, procuradores, advogados e como fez comigo a vida  inteira, enganar, se fazer de vítima, iludir. Todos estão sendo enganados por uma pessoa que esconde sob a pele que habita o monstro. São quase 3 anos de erros e crimes. Veja o caso da empresa de projetos, já sob investigação.


A ideia de atacar a câmara para proteger Valmir não funciona mais. Estão todos sendo vacinados. NÃO são apenas amadores que estão na lide: há profissionais competentes de lá e de cá.  

sexta-feira, 24 de julho de 2015

Seria uma atitude de honra, talvez o último gesto de uma gestão moribunda.

PORQUE O PREFEITO
NÃO RENUNCIA?

A atitude  covarde e totalmente incompetente do prefeito Valmir da Integral esta levando Parauapebas ao limite moral, politico, social e econômico. Ainda ontem éramos uma comunidade confiante e em crescimento. Nossos indicadores econômicos eram robustos e estávamos orgulhosos do nosso trabalho. Nunca ligamos para as ações criminosas e fúteis de Bel Mesquita ou Darci Lermen que ficaram milionários com nossos recursos. Darci até fala ainda em ser prefeito novamente, mas suas contas ainda não estão aprovadas. Apenas as de 2004 já passaram pelo crivo da Câmara, os exercícios restantes estão no Tribunal de Contas do municipio, esperando correção  e pareceres. Grande parte das dividas herdadas por Valmir, foram deixadas por ele. Não será candidato esta prevaricando. Fora Darci.  Fora Valmir. Impeachment já!



Mas as ações e oportunismo de Darci não tem nada a ver com as praticas imorais desta gestão. Um prefeito que já foi empresário, líder de uma grande empresa certificada dominar uma gestão destrambelhada, incompetente e que se farta com recursos publicos é de amargar. A continuidade das praticas criminosas, alertado pela mídia local e por termos acesso as mesmas  nos ensinam que mesmo depois de iniciado investigações, busca e apreensão de documentos, o MPE e a justiça estadual ainda tem fortes e impositivas limitações. Sabemos que a justiça tem seu próprio tempo, mas quando vemos em outras cidades até mesmo aqui do Pará, a celeridade e a pouca coisa que fazem prefeitos perderem seus postos e sua liberdade é realmente de se estranhar e perguntar se o governador, patrocinado em sua ultima campanha eleitoral por Valmir da Integral, não esteja intervindo e dificultando a celeridade da justiça.

O que seria um péssimo e deplorável exemplo, haja visto o rápido desdobramento da maior operação anticorrupção do pais- a Lava Jato. Muito dos meliantes de lá já foram apenados, por crimes muito menores dos que os praticados aqui – estimo que esta quadrilha instalada no Morro dos Ventos, já tenha desviado, por baixo, uns 500 milhões de reais.

Para se ter uma ideia desses valores, basta saber que mesmo no marasmo em que se encontra Parauapebas, apenas neste exercício fiscal, a arrecadação da prefeitura já chegou em espetaculares R$579.047.456,14. Isto mesmo, quase R$600 milhões de reais. E nesta crise, prestem atenção.

Perguntamos sempre onde foram parar os quase 3 bilhões arrecadados em 2013 e 2014? O que temos aqui que justifique a aplicação desse valor? Ninguém consegue ver nada, há um paradeiro generalizado na cidade.

A demora na conclusão dos inquéritos apenas funciona como uma permissiva para a continuidade dos golpes e roubos. Mas cada um no seu tempo, e o tempo da justiça é lento, cuidados, precisa de provas irrefutáveis. Construído por políticos safados nosso país os protege espetacularmente.

O segredo é dar tempo para cumprir o mandado, afinal foi o povo quem escolheu. Pergunto, para que então investigar? Se pode cumprir o mandato primeiro. Nosso caso revela um senhor de quase setenta anos, próximo a imputabilidade constitucional, fazendo o que quer pensando apenas nele e jamais os seus filhos e herdeiros que vão sobreviver. Ele não estará mais aqui. É o seu cenário.

São quase dois anos da primeira operação da PF, em função das denuncias da Educação. Nem temos noticia da conclusão do inquérito. Ninguém se manifesta. Não adianta  juiz ou autoridade pedir que Valmir tire sua filha da Secretaria de Planejamento. Ela não  vai obedecer ninguém, mesmo porque ele e sua turma acreditam no poder do Jatene e do Mauro Santos.

Desviado a chuva para a horta da Câmara o executivo parece acomodado, acredita na impunidade e aumenta a voltagem de sua ação desabonadora contra a sociedade. Nem a aparente imobilidade de Parauapebas incomoda as autoridades. Estas compras de terrenos e posterior doação é uma estratégia de roubo interessante. A cidade tem seu estoque de terras e ainda assim  joga nosso dinheiro fora doando terrenos para SESI e VALE. É um absurdo, quando deveria ser o contrario. Mas a sociedade não se manifesta. Estão todos em silencio.


Estamos novamente a mercê de ajuda externa. Não amadurecemos ainda como cidade. Até quando?

quinta-feira, 25 de dezembro de 2014

destruindo de forma terminal e constante, Valmir da Integral declara ódio a Parauapebas

O FIM DE UMA RICA CIDADE
PROFETAS NADA FAZEM. PROFETIZAM. CONSULTORES ESTUDAM O PRESENTE, O CONSTROEM CENARIOS E ALERTAM. FAZEM PLANOS, REALIZAM. FAZEM AMIGOS OU INIMIGOS.
Se continuarmos apenas olhando as ações oriundas do Morro dos Ventos, logo bombas de sal e loucura desceram sobre as casas, destruindo a cidade. Valmir perdeu o rumo há tempos. Decisões tresloucadas, imperícia, ações desconexas, desgoverno. A oposição precisa dar as caras e se levantar. Medidas impeditivas físicas se fazem necessárias. Temos que partir para o empate, embate. Parar as obras fraudadas, impedir a devastação ambiental, tomar a mídia e o ambiente politico. Somos pessoas e cidadãos e merecemos respeito.  O MPE, a Policia Civil, o Tribunal de Contas, o Judiciário de Parauapebas nos devem explicações e justificativas para tanta inanição e silencio. Não são apenas evidencias, são fatos. Valmir da Integral já é o politico mais processado do Pará. Perde até para Jader Barbalho. O silencio dos bons é aceitação tácita para crimes de toda sorte, desvios, corrupção. Há muito o prefeito foi dominado e é voz vencida nesta gestão. Não podemos respeitar grupos inescrupulosos que se fartam com nossos recursos. Um levante da sociedade em geral e da oposição, em especial num amplo e forte apoio às ações do G5 (Arenes, Bruno, Charles, Eliene e Pavão),  e do  G9 (Ângela Pereira, Cláudio Almeida, Marcelo Catalão, Jonas, Coutinho, Paulo Souza, Chico das Cortinas, Lindolfo, Massud, Claudio, Leonice, Marden, Cassio Flausino, Dílson e outros) visando o afastamento desse grupo de poder e do seu líder Valmir da Integral se fazem urgente. E já esta em movimento diversas ações e formas de denuncias, todas legitimas numa sociedade democrática. Fora Valmir é posicionamento, é salvação.
Não como profeta de plantão. Não e jamais como sabe tudo. Ou mesmo como vidente ou precursor. Invejamos estas habilidades mas não podemos exerce-las. Porque temos a modelagem de dados como divisor de águas e compressor de verdades. E salve, temos a internet para submeter nossas ideias, conhecimentos e “previsões” a todos para depois do fato não sairmos alardeando que sabíamos disso, que isto não iria acontecer e etc. e tal, como oráculos gregos. Sem fundamento, sem a possibilidade da discordância, sem o debate. Prévio.
Nisso somos vitoriosos. Previmos. Alertamos. Oferecemos e fomos contratados para consultoria por este governo. Na encruzilhada do processo fomos abortados pelos “sábios de plantão” e desgraçadamente esta dando o que deu. Passamos a ser ignorados pelo executivo que alardeava que, para manter nosso trabalho, precisaria dispensar todos os outros “secretários”. E deveria ter dispensado mesmo, hoje estaria em melhor situação.
Oferecemos a solução para abortar o desdobramento do caso Giza. Juliana não queria se comprometer. Não sabia ela que já estava profundamente comprometida quando recontratou os farsantes que atuaram com a Giza, dando  o mesmo poder de antes,  mantendo o esquema que desdobrou na primeira incursão  da Policia Federal a uma gestão corrente em Parauapebas. Não executa planejamento como todas as secretarias. Valmir onipresente e onipotente, não permite, não autoriza e quando anda, não paga. Da o cano. O pior é que todos acham que estão fazendo um excelente trabalho. Não estão, nem de longe fazendo 1% do que deveriam. Não temos uma estrutura para gestão nesta prefeitura. Tudo foi sucateado por Bel Mesquita e Darci Lermen, também sobre sua santa arrogância e “sabedoria”. Um dia serão presos pelos crimes que cometeram.
Há setores nesta prefeitura que nem computadores possuem. Os técnicos esforçados levam seus computadores e o leva de volta para casa, todos os dias. Combustível em seus veículos, nem pensar. E mesmo veículos para fiscalização das obras não existem. Não há repositórios de projetos, o sistema de destruição de água teve orçamento superestimado e foram incapazes de prever o andamento e termino das obras. Porque falo? Porque fui consultor do gabinete e do SAAEP até pouco tempo atrás, meados de agosto/setembro. Tenho todas as informações estratégicas da gestão atual e que, por inercia e por incapacidade paralisante, não mudarão, mesmo porque não há mais tempo.  
O desnível da equipe, o improviso, a irresponsabilidade e arrogância assustam o mais tímido dos porteiros. São  os ditos profissionais do troco, produzem unicamente em cima do que surrupiar. Não há projetos em andamento. A crise da licitação é culpa direta da incapacidade gerencial de Valmir da Integral. Ao manter o PT no mesmo local que Darci deixou ou assumir como conselheiros principais Glaucia e Vanterlor, assumiu o antigo, o velho. Eram figuras chave na gestão anterior e nas mesmas posições. Valmir é vitima de um golpe perverso, covarde e cínico. Vanterlor e Glaucia, ambos direcionam toda a loucura e possibilidades de desvios e insucesso neste governo. E não tem como mudar este curso, a inercia das relações selaram o destino da utilidade, do bom senso e da vergonha na cara nesta outrora rica província.
Num outro front Valmir teve que engolir Gesmar Rosa, Hamilton Ribeiro e Cláudio Almeida. Até agora o grande vencedor tem sido Gesmar, porque os outros são passado e estão comprometidos. Até sua assessoria de comunicação se revelou incapaz e incompetente. Na licitação da agencia, acabou vencedora a favorita do gestor. Distribuiu promessas e pegou procurações de todos. Feriu o edital ao fazer passar sua favorita e prometeu distribuir o bolo. Não cumpriu. Consumiu a verba em pouco tempo, mesmo porque havia “muito” o que pagar. O que devolver. O que distribuir. Patrocinou uma campanha racista, contraria ao estatuto da igualdade racial e ao bom senso. Uma propaganda ufanista e antiga, onde até o bordão é inadequado diante de tanta loucura: desenvolvimento com responsabilidade. Parece e é piada de terceira. De qual responsabilidade estaríamos falando? Num conserto de malucos, responsabilidade é roubar, distribuir senhas, prometer, fazer planos mirabolantes (alguém esqueceu ai o projeto Parauapebas 500 mil?). Erros, apenas erros.
Desenvolvemos, eu e Valmir um plano de trabalho de médio prazo. Percebemos a tomada do seu governo por grupos de poder e os identificamos. Produzimos um calhamaço de 200 paginas de gráficos, razões e analise sob a luz de Herbert Marcuse, Diderot, Mikhail Bakunin, Jean-Jacques Rousseau, Émile Durkheim e principalmente Noam Chomsky. Usamos a estatística e a interpelação de grupos. O prefeito é engenheiro, dai sua vazão louca por obras e obras, não importa o orçamento e a arrecadação. Identificamos o grupo dos 6 – secretários e afins que ocupavam cargos chaves e estavam conduzindo o governo. Este trabalho vai sair agora pela Bookess Editora, e estará a disposição na internet e poderão ter acesso as entranhas dessa loucura chamada governo Valmir da Integral.
Na primeira reunião de trabalho, demonstramos a curva de tempo do mandato. Naquele momento, abril de 2013, Valmir havia consumido 740 dias, ou seja, a metade do seu mandato. Era urgente drásticas mudanças, tirar pessoal do gabinete, trocar dos cargos de comando todo o pessoal do PT e afins, contratar profissionais, compor um grupo de apoio a decisão, instituir a Secretaria de Gestão, se afastar da câmara, executar o orçamento com a ampliação da Comissão de Licitação tornando-a multinível e com planejamento de curto e médio prazo, monitorado sua execução diária através de salas de situação dentro e próximo ao gabinete.
Um software de gestão, usado em todos os tribunais de contas sérios do país – e estranhamente o tribunal de contas do Pará não utiliza nenhum software, e até pela presidência da república seria instalado  e treinado o pessoal, automatizando uma serie de procedimentos burocráticos e devoradores de tempo. A maior parte da licitação seria automatizada, assim como contratações, estoque de recursos e planejamento. A execução orçamentaria se daria em paralelo a contabilidade e sua aplicação na gestão, evitando propinas e atrasos na prestação de contas e na divulgação obrigatória no portal da transparência. A folha de pagamento seria licitada e o banco com melhor proposta administrativa, inclusive com adiantamentos de contingência, evitando o endividamento legal da prefeitura.

A administração da limpeza urbana, a saúde, a educação, teria nas salas de situação  e na ação líder dos conselhos, uma autonomia técnica de alto nível, antecipando ao social e a todos as demandas que as hesitações da administração acabam atrasando e criando gargalos desnecessários.
Pedimos neste ato a demissão do Dr. Romulo, de Vanterlor, de Dário Veloso e de uma dúzia de “agentes do mal” que sabíamos, iria e estavam travando o processo administrativo e estavam se preparando para tomar o poder de uma ou de outra forma. As reuniões de secretários, que apenas expunham a ignorância do prefeito seriam eliminadas e substituídas por reuniões de trabalho – exclusivamente com secretarias afins e com temas suplementares. Reuniões de trabalho, como em qualquer empresa que preste contas aos seus acionistas e financiadores – neste caso , o povo.
Emanado de um planejamento fortemente centralizado no gabinete, os secretários cumpririam  ações  e metas, com a licitação e a procuradoria – uma procuradoria de verdade, de pareceres administrativos e jurídicos (quando necessários) sendo disparados em consonante restrita com a licitação. Os processos teriam inicio e conclusão sob a gestão do  gabinete, trabalhando, usando o tempo a seu favor.

Assistimos em recorrentes situações, Marconi travando as compras, elencando apenas as do seu interesse e que lhe fornecesse recursos. Valmir foi traído. Odilon teve brigas homéricas com este procurador, quando lutou para o programa do Karate não definhar, inclusive suplantando ordens diretas de Valmir. As visitas ao gabinete seriam encerradas, com  o prefeito reunindo com as comunidades que seriam instruídas para colaborar e fiscalizar, tendo acesso mensal para reunião de avaliação e desenvolvimento. Órgãos sociais, como ACIP, CDL, Sindicatos, associações formariam um conselho aberto, com acesso ao gabinete. Ou melhor, abririam suas reuniões para o prefeito e seus agentes quando necessário. Uma gestão técnica e democrática, como eu e Valmir pensamos lá em 1996, quando planejamos este momento especial – um governo de empresários desenvolvimentistas. Naquele momento Valmir era odiado pelos seus pares. Ninguém vendia um tubo de cola para a Integral.
E tivemos a um passo de implementar esta gestão. Um passo, que culminou com a intervenção do próprio Valmir na questão do lixo – determinando a USIMIG como empresa que substituiria a CLEAN, dando um prejuízo de 6,5 milhões  a SAPEGEL, que já tinha contratado 450 pessoas, adquirido estes caminhões que hoje circulam, entregues a Hamilton Ribeiro e agora locados ilegalmente e demais equipamento. Marconi deu dois pareceres, um favorável, outro contra. Hoje sabemos de onde partiu a decisão final e todo este imbróglio que estamos assistindo e sentindo na pele.
Os crimes da saúde, da educação, da assistência social, da assessoria de comunicação, da secretaria de planejamento, do grupo da secretaria de finanças, da procuradoria, de obras – sob Dário e Queiroga, os contratos fraudulentos, as licitações viciadas, as obras de fachada, as opções por utilizar verbas locais em detrimento de verbas publicas, o papel de cada um no grande esquema montado, primeiro a revelia de Valmir, depois tragando-o para seu centro, acompanhamos tudo. Sabemos onde esta cada esquema, cada lucro  pessoal e indevido com a desgraça das massas.
Assustado fiquei quando vi a submissão  de Valmir ao  sistema. Partindo de dentro de sua própria casa era uma péssima surpresa e um entendimento cruel. Desse não haveria escapatório e a cidade inteira teria que pagar a conta amarga.
Responsável porque fez escolhas e desenvolveu caminhos impossíveis. Responsável porque trocou momentos pessoais por soluções de milhares. Não estava preparado para os percalços e armadilhas, não poderia liderar. Valmir da Integral cometeu os  últimos pecados de sua vida. Trocou sua possibilidade de redenção por momentos lúbricos e pessoais. Não pode ser perdoado. Assumiu o que não deveria. A inocência e desconhecimento tem limites. Cometeu crimes com e por os seus. Nesse cenário não haveria espaço para um trabalho serio e consequente.
As idas e vindas de Valmir a Belém eram apenas para sistematizar a pirataria. Mauro Santos e toda sua  armação canalha seduziu o governo para as mesmas armadilhas que tantos prefeitos paraenses nela mergulharam. Vão pagar, a gestão publica hoje é caso de policia por culpa de tantos advogados que se fazem de especialistas levando aos executivos falsas e impossíveis promessas de blindagem, de caminhos escusos e depois pulam fora com os bolsos cheios. Não sei se teremos um dia investigação da OAB ou da PF quanto a estes profissionais. Acredito que num primeiro tempo – uns 20-30 anos, os executivos despreparados irão pagar sozinhos. Valmir não sabia que, caso fosse preso, seus conselheiros, procuradores ou advogados não o acompanhariam. Assustou, mas se entregou mais.
Com uma maquina insana para sucatear os cofres de Parauapebas estruturada e azeitada, assistimos nestes dois anos toda sorte de golpe. Perdeu-se muito dinheiro e se consumiu tempo demais. É assustador perguntar quem pagou as despesas do helicóptero que buscou Valmir para Belém, na campanha do Jatene. Como foram entregues e por quem as malas e malas de dinheiro que daqui saíram para a campanha do PSD nacional e estadual? A cidade não aguentou. Prova disso é a quebradeira geral, fornecedores há 6 meses sem receber, prestadores de serviços como eu, com serviço entregue e sem a possibilidade de receber pela pratica ilegal e criminosa dessa gestão de tomar serviços sem a cobertura orçamentária. Aliás, orçamento é palavra desconhecida pela trupe. E limites legais. E respeito com a coisa publica. Poderiam planejar o saque ilegal e faze-lo aos poucos. Mas a pressa foi tamanha, talvez para aproveitar a inocência do velho, talvez fosse a pressa do próprio velho, o empresário Valmir da Integral.
Mais grave ainda são  as denuncias do  Marconi, piloto do avião que teria levado Valmir e amigos em voo de saúde, ambulância aérea mas na verdade fraudando o sistema, não haviam doentes, apenas um pequeno grupo numa viagem particular. Assusta. Fico pensando como um homem, com a vivencia desse prefeito permite tantas loucuras em seu  nome. Como falava para Chico das Cortinas la atrás, em 1992: quatro anos são quatro dias, quando se tem o poder. É precário. É passageiro. É para servir.
O novo grupo que vai se instalar quando da cassação desse, precisa fazer a lição de casa. Precisa aplicar um planejamento prévio e seguir a lei.