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quinta-feira, 31 de outubro de 2019

Cadê a autoridade municipal?


UMA CIDADE 
AINDA A ESPERA 
DO MILAGRE DE GESTÃO




Não acreditamos que o prefeito de Parauapebas tenha permitido chegar a confusão, desencontro e prejuízos que seu setor de arrecadação esta causando na cidade.  Aliás parece que nosso prefeito há muito perdeu o controle da gestão local.

Com um orçamento de quase dois bilhões para dois mil e vinte, ano de eleições parciais, parece que a tragédia vindouro já se abate sobre quem ousa empreender por aqui.

E não temos saída, todos os prazos são sistematicamente perdidos quando se diz e se pretende empreender nesta cidade.

Os diversos setores e autoridades não estão combinados, fazem contadores e empresários baterem pé e cabeça atrás do obvio: o apoio incondicional da prefeitura a quem se aventura estabelecer seus negócios por essas bandas.

Os softwares gerenciais de alvarás das atividades econômicas, numa cidade sem zoneamento fiscal, sem esgotamento sanitário e sem saúde, primam pela soberba, obrigando a todos mudanças quase que diárias de intentos, custos, assertivas.

 O Sr. Lucas mais perdido que aventureiro, a cada instante fornece uma resposta, fazendo empresas e escritórios perderem tempo e produtividade.

Parece molecagem do órgão de arrecadação municipal. 

Talvez a justiça seja acionada para garantir a simplicidade econômica proposta pelo governo central.

Uma simples licença sanitária ou ambiental podem levar seis meses!  Temos um cliente produtor de alimentos que está esperando já há quatro meses autorização sanitária para funcionar, definitiva. 

O que faremos se não temos prefeito? Se qualquer chefe de setor de fiscalização tem mais palavra e mais autoridade do que quem foi eleito falando em OPORTUNIDADE?

sexta-feira, 10 de maio de 2019

Uma cidade aos 31 anos paralisada

CIDADE DE GOVERNO AVESTRUZ
Vereadores coniventes e frágeis







Participamos desde anos 90 da vida politica de Parauapebas, ajudando a verificar e moldar historias 

Temos enorme representatividade e penetração junto aos trabalhadores, com mais de dez mil ex-alunos



Sinais alarmantes indicam quão perigosamente o governo Darci está se diluindo na água suja que sempre foi. Esses sinais direcionam nossas atenções para eventos pós Darci, que seguramente não sobreviverá a tantas denúncias, apresentação de documentos, ao desmantelamento que se encontra no núcleo de seu governo, com cada um por si e per si.

A ação implacável do Tommy e as ações pontuais do Marcelo Parceirinho, Adelson, Daniel e Elias mostrando as loucuras da gestão, minam um governo que não consegue deslanchar, mostrar a que veio.

A força que esses vereadores silenciosos, comprando ou não, trouxeram das urnas. Porque não agem?

Parece a crise do governo Valmir, seu antecessor desastrado que fez obras milionárias e ilegais e se safou, após acordo milionário com dinheiro público. E que agora é o  líder inconteste nas pesquisas, mesmo com dezenas de processos e condenações em curso.
O fato é que Parauapebas é a capital do perdão. Suas graves necessidades induzem as pessoas a relevarem, precisam é de trabalho e ter dinheiro em suas contas, não importa a obra do gestor. Se importassem a tragédia que a cidade está se tornando, não teria acontecido.

E grande parte dessa tragédia deve-se aos vereadores que temos e que elegemos: não servem pra nada já que na maioria das vezes são eleitos por votos comprados. Liquidam a fatura antes de receberem o cheque bilionário da gestão quadrienal.

Justo por isso nenhum deles até hoje saiu da câmara para a chefia do executivo. Mesmo vendendo seus votos os eleitores percebem que serão enganados duas vezes. Os vereadores de Parauapebas além de serem coniventes com os desmandos do executivo – e para isso são regiamente pagos, inclusive com cargos, secretarias, alocação de protegidos e imunidades, ainda desfrutam das convencias do silencio: se falam contra o gestor ou contra a Vale, são rigorosamente punidos pela não reeleição.

As condições precárias da saúde, com a qual sofremos e parece não ter solução, a falta de água, as compras por preços exorbitantes e a falta de propósitos quanto as aquisições de patrimônio – como essa estapafúrdia iluminação de Led quando deveria ter sido pensado e mesmo incluído a iluminação a energia solar que sim, reduziria a conta de energia elétrica dos cidadãos – demonstram um governo sem rumo e olhando exclusivamente para seu umbigo.

Lamentamos mais quatro anos perdidos. Uma cidade não existe por si, existe para a plenitude de todos.


Somos especialistas no que fazemos, fale conosco

quinta-feira, 22 de março de 2018

Contas de Parauapebas e arranjos


CONTAS QUE NÃO FECHAM
Uma gestão para ser lembrada como exemplo de intolerância, má-fé e corrupção documentada, confessada, sem rodeios ou medos.










A impressa veiculou semana passada os diversos reveses que os parceiros confiáveis da gestão Valmir da Integral sofreram na justiça, primeira instancia. Juntos com ele mesmo, eram uma equipe e todos se protegiam, combinavam ações. 

Todos falam, não acontece nada, não vai acontecer, mesmo porque essas pessoas, se valendo da ingenuidade e da farta veia mentirosa do então prefeito, se refestelaram na ilegalidade. 



No contrato da contabilidade chega a ser cínico as ações daqueles profissionais: sem licitação e com funcionários públicos, pagando viagem a Belem com recursos públicos para obterem vantagens privadas:  num dia são funcionárias públicas, no outro, contratadas como empresarias, recebendo já um vultoso adiantamento. Fartam-se as provas de má fé e de concordância com a sentença condenatória. E é justo a anulação dos outros contratos com a administração pública porque REALMENTE não são os únicos habilitados a CONTABILIDADE PUBLICA, É MENTIRA. SÃO NA VERDADE apaniguadas do poder e nele tem transito. 



Devem devolver os recursos recebidos indevidamente. Valmir não tinha ideia de quem o estava cercando. Ou tinha, e como faz do mal seu elemento, concordou. Avisei que o melhor esquema de corrupção que conheço em Parauapebas, há décadas, estava representado ali e envolvendo todos num festim sem medos. Todos se sentiam imputáveis, agindo desdenhosamente e deixando rastros, provas, fartas provas de sua conduta ilegal. Ninguém se importou sequer em disfarçar. 

Qualquer juiz com um mínimo de responsabilidade vai negar sentença condenatória, foi tudo feito as claras, desavergonhadamente.

A Maquivalda agiu a seu modo: rude, grosseiro, antipático e autoritário. Assinou ordens vazias, correu riscos. Não sei de onde tiraram tamanha liberdade para esse tipo de atuação publica, fazer e repetir o mal feito. 


Sinceramente desejamos que todos paguem por seus erros, que não pareciam erros, com as pessoas e ações protegendo um governo caduco, covarde e violentamente corrupto. Muito mais vira à tona.

Novas condenações virão, é impossível ser permitido nova oportunidade de erros a Valmir. 

Lamentavelmente a enorme avalanche de votos que recebeu – diga-se de passagem realmente espetacular dado a fragilidade de sua gestão, o faz achar-se uma entidade quase divina. Cometeu o maior dos erros ao escolher quem escolheu e por que critérios. Deve pagar por suas escolhas.

Lamentamos a atual gestão manter contratos contaminados por um dos governos mais corruptos e infelizes de Parauapebas. Lamentamos o agora silencioso vereador Braz ter sido reeleito depois do que fez à frente da câmara na gestão passada. Todos os vereadores sabem, praticamente sem exceção o quanto pagaram por esses cargos. O quanto corromperam seus eleitores – um bando de canalhas esses eleitores que vendem seus votos, diga-se de passagem, eles leiloaram seus votos miseráveis por miseráveis vinténs que a nada levam uma sociedade.

Novas condenações virão. Apesar de não acreditar mais e nunca ter acreditado num judiciário que sempre condenou sem provas, que sempre se voltou contra a maioria da população de um país. 

Mas diante de tantas evidencias, confissões, documentos comprobatórios e saques ousados e destemidos de uma quadrilha que praticamente tomou de assalto a cidade por quatro anos, não terá como não condenar. 


E a cidade comemora, porque pode ter de volta milhões saqueados em maquiagens mal feitas nas contas da gestão Valmir, nos processos licitatórios da gestão Valmir. Nos pareceres administrativos da Procuradoria na gestão Valmir. Merda pura.