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sábado, 30 de julho de 2016

Mais bagunça em Parauapebas



UMA INÚTIL GUERRA DE PESQUISAS


Esses resultados são de tamanha sandice que nem merecem ser considerados. A participação de Marcelo Catalão de fato o coloca em colisão direta com Darci. Jamais Valmir, mesmo com todo seus recursos e capacidade de compra, alcançara a candidatura Darci ou Marcelo. As urnas dirão o que já sabemos:  a candidatura Marcelo Catalão é maior e melhor, as massas já o conhecem e começar a questionar o velho  posto por seus dois oponentes. No momento certo. Solicitamos acesso aos dados brutos desses dois ‘institutos’, vamos auditar mesmo porque pesquisa eleitoral é coisa muito séria.








OS ataques no curral do facebook ao candidato a reeleição Darci Lermen parece coisa de ingênua criancice. O grupo do prefeito, agindo as tontas parece querer minar a qualquer custo a espetacular ascensão do ex-prefeito Darci. Sendo ele mesmo o principal cabo eleitoral de quem já estava fora e nem se interessa mais por essas paragens, tanto que plantava alface na Bahia. Mas foi tão travesso, relapso e incompetente que despertou a fera para o imenso espaço em aberto na terra do minério. Na pródiga terra do minério com orçamento estimado em bilhões de reais, milhões de dólares.  Agora lança mão de ‘estratégias’ que parece coisa de grêmio. 

Pergunta-se: cadê as propostas de Valmir? Porque não as coloca? Porque não fez como Marcelo Catalão, este sim, NOVO, novidade e foi para o espaço publico OUVIR, debater ideias? Porque não as tem, então o mais fácil é atacar Darci e amanha quem o substituir.

Seria rematada loucura se o que esta "pesquisa" aponta fosse verdade. Valmir destruiu todas as regras da gestão publica, juntando um grupo cuja ambição pessoal acabou por destruir sua reputação empresarial. Nunca teve as competências para gerir Parauapebas e ele sabe disso. Mais quatro anos, num momento em que NÃO CABE A PRAGA DA REELEIÇÃO, é sua própria perdição total. É um acinte as massas ofendidas, aos pactos políticos não cumpridos, a bagunça e a roubalheira instituídas como "uma forma de governo". Se mantem impune de uma forma que não sabemos. Essa subida de Valmir, que jamais aconteceu ou acontecerá é o mesmo que chamar a população desrespeitada, sem a menor assistência social, de saúde, segurança e de trabalho de burra, de estúpida, de covarde. Pessoalmente não sei se Darci é o melhor, se seu retorno é o que Parauapebas merece. Mas temos bons nomes na disputa também. Salva Darci sua penetração popular, as massas sabem o que está acontecendo, não tem aquela estratégia do Grupo da Bel, especialistas em criar factoides: tentam desajeitadamente criar os monstros de armário e já perderam eleições aqui usando esta velha tática. As pessoas enxergam, são mal tratadas, pior, são ignoradas no seu momento de maior necessidade. Milhares de pais e mães de família, desempregados, a saúde abandonada. Onde Valmir quer chegar sendo reeleito? Temos alternativas, temos Marcelo Catalão, Chico das Cortinas, Flávio Veras e tantos outros. Catalão com as reuniões da CIDADE DEMOCRATICA se revela junto ao povo para quem todos deveriam trabalhar e servir. Busca o NOVO na essencia. 

Sabemos profundamente e com muita propriedade o quanto esse governo de Valmir da Integral é corrupto, o quanto foi retirado da sociedade. Qualquer subida, qualquer possibilidade - e todas elas são remotíssimas, de reeleição é LOUCURA, É O FIM DE PARAUAPEBAS. E isso não permitiremos. 

Leia mais em nossosservicos1.blogspot.com, blogdoprefeitopbs.blogspot.com e camarapebas.blogspot.com

FACTÓIDE, isso justifica esta malandragem, essa bobagem de duas pesquisas e essa ilustração perversa neste momento. Queremos acesso aos dados brutos e exigimos uma investigação independente pois sabemos não ser possível estatisticamente essa súbita subida de Valmir nesse momento crucial de alianças e convenções. Desponta aqui a estratégia do Grupo da Bel, aliado: um abafa-abafa de ultima hora, aquisições a qualquer preço e coisas piores. Deveriam se envergonhar. A eleição de 2 de outubro ja está definida historicamente. Pessoas sérias não deveriam perpetrar a continuidade do mal: è um momento de renovação, de retomada e Valmir e seu séquito definitivamente não merecem.

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

Mais quatro anos de trevas



SEGUNDO
MANDATO
A VISTA

“... quem me compra um jardim com flores?
Borboletas de muitas cores, lavadeiras e passarinhos
Ovos verdes e azuis nos ninhos?
Quem me compra este caracol?
Quem me compra um raio de sol?...
Leilão de Jardim, Cecilia Meirelles













Sinais indicam que o grupo no poder, à frente Valmir da Integral nem se preocupam mais com a reeleição, certa que esta. Listam mais de duzentas obras e preparam atentados aos dois únicos concorrentes de fato, Darci Lermen e Marcelo Catalão.

Atentados estes que estão em curso, conversas reservadas dão como certa que, se não houver atração, serão destruídas as candidaturas das possíveis ameaças. Os demais serão negociados, os gurus do gabinete garantem a cooptação.

Agrupar e cooptar, sorriem da movimentação às cegas da tal oposição. 

Mas Valmir esquece que tem culpa no cartório. Todas as investigações contra si e seu desgoverno ainda estão em curso, importantes testemunhas foram ignoradas e não pode haver blindagem que garanta hoje a segurança necessária a uma reeleição, mesmo quando este candidato tem nas mãos um cheque de 1,085 bilhão, 300 milhões de dólares.

Não podem esquecer que as obras de verdade mesmo foram iniciadas  pelo principal adversário e quando se busca obras desta gestão a decepção é muito grande. Terá que usar o artificio da Bel Mesquita quando entrou e cuidou da imagem de Chico das Cortinas, destruindo todas as  referencias e assumindo a inauguração das obras herdadas. Depois não precisou fazer mais nada, a não ser festas.

Agravam-se as denuncias contra esta gestão, justamente nas festividades do carnaval. Mais uma vez usou-se organização de fachada e laranjas para repasse de recursos para as festividades. É costume e comum o repasse de recursos a grupos fantasmas em todas as gestões, principalmente nesta, que parece optar pelo errado, pelo grotesco ou pelo desafio aberto as autoridades, a lei e aos costumes.

A coisa publica para Valmir e seu grupo não tem valor algum. É surpreendente a postura das autoridades coatoras, num silencio incomodante e perturbador.

Mas o prefeito avisa que será reeleito, já esta tudo conversado e acertado. As garantias são tantas e explicitas que já esta em campanha, “nas ruas”, sem medo de represálias e gritarias, sem grilos de rejeição.

O cerimonial esta montando para o show, o espetáculo desgraçado da corrupção, do jeitinho e do ajeitamento cínico e acobertado por quem deveria desnudar e repreender. As massas silenciosas e oprimidas tendem a dizer sim, que será assim, porque sabem que será assim, como “massa” que são. 

A única via de deserção esta vedada: o voto é obrigatório.