terça-feira, 14 de julho de 2020

Governo define data para inauguração da rodovia Tapanã e rua Padre Bruno

Cerca de 500 mil pessoas serão beneficiadas, direta e indiretamente, com a concusão das obras que empregam mão de obra local, gerando renda para aproximadamente 350 trabalhadores



O governador Helder Barbalho visitou, nesta terça-feira (14), o andamento das obras de duplicação e urbanização da Rodovia Tapanã e da rua Padre Bruno Sechi, antiga rua Yamada, ambas em Belém. Na oportunidade, o governador anunciou que a rodovia Tapanã será inaugurada no próximo mês de setembro. Já o trecho da rua Padre Bruno será entregue no primeiro semestre de 2021. 

Com a conclusão das obras, cerca de 500 mil pessoas serão beneficiadas, direta e indiretamente. A modernização dos dois corredores de tráfego prevê a duplicação das vias, pavimentação asfáltica, sistema de drenagem fluvial, calçadas com acessibilidade e piso tátil, ciclofaixas, iluminação pública, sinalização viária e implantação de canteiro central.



Helder Barbalho observa que “são obras importantes que melhoram a mobilidade urbana de nossa capital. Essas intervenções irão permitir que esta região de Belém possa ter um novo planejamento urbano e, consequentemente, melhore a qualidade de vida das pessoas”.

Morador do bairro do Tapanã, Egnaldo Lucas da Silva elogiou a determinação da gestão  estadual. “Nós queremos melhorias. Essa obra estava parada por um bom tempo. Não aguentamos mais tanto acidente. Eu sei que essa obra vai ficar bacana. Depois que o governador Helder entrou, a obra está andando e esperamos que melhore muito mais”.

Executada pelo Governo do Estado, a modernização das vias é coordenada pelo Núcleo de Gerenciamento de Transporte Metropolitano (NGTM). “É um desafio realizar obras com as vias operando com grande fluxo [veículos e pedestres]. Temos procurado soluções para minimizar os impactos no dia a dia das pessoas”, afirmou o diretor-geral do NGTM, Eduardo Ribeiro.



As vias totalizam nove quilômetros em eixos viários estratégicos da capital paraense que possibilitam a interligação das avenidas Augusto Montenegro e Arthur Bernardes, até o distrito de Icoaraci. “Agora percebemos que a obra destravou. O Governo do Estado avança trazendo inúmeros benefícios para população que sofreu com essas obras paralisadas”, ressaltou o vice-prefeito de Belém, Orlando Reis.

EMPREGOS

De acordo com o NGTM, as obras de duplicação e urbanização da Rodovia Tapanã e Padre Bruno Sechi (antiga rua Yamada), valorizam a contratação da mão de obra local com a contratação de, aproximadamente, 350 trabalhadores.

Noticia: AGENCIA PARA

 

quinta-feira, 21 de maio de 2020

Covid-19: Brasil tem 291.579 casos confirmados e 18.859 mortes





Covid-19: Brasil tem 291.579 casos confirmados e 18.859 mortes

Segundo Ministério da Saúde, 40% dos pacientes estão recuperados

De acordo com o balanço diário do Ministério da Saúde, o número de casos confirmados em 24 horas bateu recorde, de 19.951. No total, 291.579 pessoas estão infectadas. O resultado marcou um acréscimo de 7,3% em relação a ontem (19), quando o número de pessoas infectadas estava em 271.628.

O Brasil teve 888 mortes registradas nas últimas 24 horas, com 18.859. O resultado representou um aumento de 4,9% em relação a ontem, quando foram contabilizados 17.971 mil falecimentos pela covid-19. O número de novos falecimentos foi menor do que o registrado ontem, quando foram contabilizadas 1.179 mortes.

Do total de casos confirmados, 156.037 (53,5%) estão em acompanhamento e 116.683 (40%) foram recuperados. Há ainda 3.483 mortes em investigação.

São Paulo se mantém como epicentro da pandemia no país, concentrando o maior número de falecimentos (5.363). O estado é seguido pelo Rio de Janeiro (3.237), Ceará (1.900), Pernambuco (1.834) e Amazonas (1.561).

Além disso, foram registradas mortes no Pará (1.633), Maranhão (634), Bahia (362), Espírito Santo (341), Alagoas (251), Paraíba (230), Minas Gerais (177), Rio Grande do Norte (170), Rio Grande do Sul (161), Amapá (142), Paraná (137), Santa Catarina (94), Rondônia (90), Piauí (87), Goiás (78), Acre (76), Distrito Federal (77), Sergipe (69), Roraima (64), Tocantins (42), Mato Grosso (32) e Mato Grosso do Sul (17).

Já em número de casos confirmados, o ranking tem São Paulo (69.859), Ceará (30.560), Rio de Janeiro (30.372), Amazonas (23.704) e Pernambuco (22.560). Entre as unidades da federação com mais pessoas infectadas estão ainda Pará (18.135), Maranhão (15.114), Bahia (11.197), Espírito Santo (8.092) e Paraíba (5.838).



Em termos de comparação absoluta, o mapa global da universidade Johns Hopkins mostra que o Brasil ocupa a terceira posição em casos confirmados, atrás da Rússia (308,7 mil) e Estados Unidos (1,54 milhão). 

No número de mortes, o país ocupa a sexta posição, atrás de Espanha (27.888), França (28.135), Itália (32.330), Reino Unido (35.785), Estados Unidos (93.163).

Nos dois indicadores, é preciso considerar também a população dos países, uma vez que o Brasil é mais populoso do que nações como Reino Unido, Itália e Espanha. Até o início da noite de hoje, já haviam sido registrados 4,96 milhões de casos confirmados em todo o mundo.

Cloroquina

Em entrevista coletiva no Palácio do Planalto, representantes do Ministério da Saúde apresentaram o novo documento de orientações para o uso da cloroquina e da hidroxicloroquina para o tratamento da covid-19, divulgado hoje (20). O tema gerou polêmica, pois até o momento não há evidências comprovadas sobre a eficácia do medicamento, e era motivo de divergências entre o presidente Jair Bolsonaro e dos então ministros da Saúde Luiz Henrique Mandetta e Nelson Teich.

Anteriormente, a pasta havia elencado a possibilidade de uso, mas para casos graves, diante dos riscos de complicações cardíacas. No dia 7 de abril, o então ministro Luiz Henrique Mandetta declarou que a droga poderia ser utilizada “inclusive em outros casos” (sintomas leves) a depender da decisão do médico.

A secretária de Gestão do Trabalho do Ministério da Saúde, Mayra Ribeiro, afirmou que a diferença do documento anunciado hoje traz uma “orientação a partir da definição do CFM [Conselho Federal de Medicina] de que médicos precisam ter livre arbítrio”. 

“Hoje orientamos que prescrições possam ser feitas e oferecemos esse medicamento. Quando temos alternativas cujos estudos mostram resultados promissores. O que o Ministério da Saúde está orientando não é a autoprescrição, mas o direito para que todos possam ter o acesso à medicação a partir da avaliação presencial”, disse Mayra Ribeiro, pontuando que o medicamento passará a ser ofertado pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

A secretária argumentou que foram utilizados como referência protocolos e medidas em outros países favoráveis a este tratamento, mas não detalhou entidades ou países que usam cloroquina e hidroxicloroquina para casos de sintomas leves.

O secretário executivo substituto, Élcio Franco, afirmou que a diretriz foi “pactuada” com conselhos dos secretários estaduais e municipais e com a Sociedade Brasileira de Cardiologia. 

Questionado durante a entrevista sobre a falta de evidências científicas acerca da eficácia do medicamento, respondeu: “todos sabem que estudos científicos demandam tempo. Se esperarmos que sejam seguidos todos os passos, já vai ter acabado a epidemia e milhares de pessoas morrerão”, declarou Franco. 

Leitos de UTI

A equipe do Ministério da Saúde informou que já foram habilitados 6.152 leitos de UTI para uso exclusivo de tratamento da covid-19 durante a pandemia. A habilitação é o procedimento pelo qual o órgão reconhece o leito de um estado ou município e passa a ser responsável pelo custeio deste. De acordo com a pasta, a diária para arcar com estas despesas foi dobrada, de R$ 800 para R$ 1,6 mil

Edição: Liliane Farias

Agência Brasil.

segunda-feira, 20 de abril de 2020

alertam sobre uso de máscaras


Painéis de trânsito no Rio alertam sobre uso de máscaras

Mensagens são veiculadas em 29 painéis eletrônicos




A Companhia de Engenharia de Tráfego do Rio de Janeiro (Cet-Rio) está alertando motoristas e pedestres, por meio de mensagem, sobre a obrigatoriedade do uso de máscaras de proteção pela população. A mensagem está sendo veiculada nos 28 painéis eletrônicos fixos que dão orientações sobre trânsito e ficam posicionados nas principais vias da cidade.

A medida é parte das ações de combate à pandemia do novo coronavírus adotadas pela prefeitura do Rio, que decidiu, no último fim de semana, obrigar a população a usar máscaras nas ruas.

O decreto, que passa a valer a partir de quinta-feira (23), prevê que pessoas sem máscaras sejam impedidas de entrar em transporte público e nos estabelecimentos autorizados a funcionar no município.

Não é necessário usar nenhuma máscara especial. Apenas a máscara comum, feita em casa, já é suficiente, segundo informou o prefeito Marcelo Crivella, em entrevista coletiva no último sábado (18).



Edição: Graça Adjuto

domingo, 8 de março de 2020

Acordo militar


O impacto do acordo militar Brasil-EUA
Assinado por Bolsonaro na Flórida, acordo é negociado desde 2017 e prevê o desenvolvimento de projetos conjuntos entre empresas brasileiras e americanas do setor de defesa.

  
Trump recebeu Bolsonaro na Flórida
O presidente Jair Bolsonaro assinou neste domingo (08/03), na Flórida, um acordo militar com o governo dos Estados Unidos que permitirá que empresas brasileiras do setor de defesa desenvolvam projetos conjuntos com empresas americanas e se adequem a certificações e padrões de qualidade para terem acesso a novos mercados.
O compromisso firmado se refere a pesquisa, desenvolvimento, teste e avaliação de produtos de defesa (RDT&E, na sigla em inglês). No futuro, poderá abrir espaço para um novo acordo que permita às empresas brasileiras terem acesso a um fundo bilionário do governo americano que financia iniciativas no setor.
Para entrar em vigor, o acordo precisa ser analisado e ratificado pelo Congresso dos dois países, o que não tem previsão para ocorrer. O último compromisso do gênero com os Estados Unidos demorou cinco anos para ser ratificado pelo Congresso brasileiro.
O Brasil tem 1.100 empresas que atuam no setor da indústria da defesa, que exportaram em 2019 1,3 bilhão de dólares — 0,5% do total exportado pelo país no ano. O Ministério da Defesa estima que o valor exportado pelo setor cresça 30% neste ano.
O texto assinado neste domingo começou a ser discutido em 2017, no governo Michel Temer. Segundo Marcos Barbieri, economista da Unicamp e especialista em indústria de defesa, ele se insere num movimento de aproximação militar entre os dois países iniciado em 2010, na gestão Luiz Inácio Lula da Silva, quando foi assinado um acordo geral de cooperação militar, promulgado em 2015, no governo Dilma Rousseff.
"Esse acordo não começou agora e não termina agora. É um processo que começou lá atrás. Estamos dando um primeiro passo para parcerias de pesquisa e desenvolvimento, o que poderá evoluir mais à frente", diz Barbieri.
Segundo nota enviada pelo Ministério da Defesa, o acordo estabelece "termos e condições gerais que se aplicarão à condução e ao gerenciamento de atividades de pesquisa, desenvolvimento, teste e avaliação" e permitirá "a ampliação do acesso da Base Industrial de Defesa ao mercado americano, bem como a formalização de outros pactos no setor de Defesa, reduzindo processos burocráticos no comércio de produtos do segmento entre Brasil e Estados Unidos".
O acordo também possibilitará que as empresas brasileiras de defesa "tenham acesso às melhores práticas internacionais em seus processos produtivos", segundo o governo, e o desenvolvimento de projetos em conjunto, sob a supervisão do Ministério da Defesa brasileiro e do Departamento de Defesa dos Estados Unidos.
O impacto na indústria brasileira de defesa
Para Barbieri, o acordo pode levar à abertura de novos mercados para empresas brasileiras que desenvolverem projetos em conjunto com as americanas e sigam processos de qualidade e certificação exigidos pelos Estados Unidos. "O produto poderá ser vendido a outros países da Otan ou aliados", diz.
Ele menciona dois exemplos hipotéticos. Uma empresa brasileira que produza munições poderia desenvolver uma nova munição em parceria com uma empresa americana. Ou a Embraer Defesa e Segurança poderia desenvolver um novo avião militar em parceria com uma companhia dos Estados Unidos.
Companhias brasileiras pequenas e médias que produzam peças e componentes para produtos militares também podem ser beneficiar do acordo para se inserir em cadeias globais de produção, desde que tenham "competência e capacitação prévia", acrescenta Barbieri.
O economista pondera que, apesar de relevante, o acordo não é uma solução geral para todas as dificuldades da indústria de defesa brasileira e não envolve a transferência de tecnologias críticas ao Brasil. Outros pactos assinados pelo país no passado estipularam essa transferência, como o acordo com a Suécia para a aquisição e produção de caças e com a França para a construção de submarinos.
A Associação Brasileira das Indústrias de Materiais de Defesa e Segurança (ABIMDE)  afirmou, em nota, que está "bastante otimista" em relação ao acordo, que "pode contribuir com o desenvolvimento da base industrial de defesa" do país.
A entrada no fundo RDT&E
O fundo do Departamento de Defesa dos Estados Unidos destinado a RDT&E tem orçamento neste ano de 104 bilhões de dólares — uma quantia vultosa e que está em crescimento. Em 2018, foi de 96 bilhões e, em 2018, de 92 bilhões de dólares.
Toda essa verba é usada na área de defesa e abrange pesquisa pura, como em física e química, pesquisa aplicada, desenvolvimento de produtos, treinamento, avaliação e certificação.
"A supremacia militar é, cada vez mais uma supremacia tecnológica. O avião de caça que não estiver equipado com a tecnologia mais avançada não precisa nem decolar da base. E os Estados Unidos vêm gastando mais nisso para manter sua superioridade sobre a Rússia e a China, que fizeram grandes investimentos recentes", diz Barbieri.
Segundo o economista, a maior parte da verba desse fundo é destinada a unidades militares e empresas americanas. Em 2017, 81% dos gastos do RDT&E foram internos aos Estados Unidos, enquanto o restante foi usado em parcerias com empresas de outros países, como Coreia do Sul e França. "Tendo em vista o total de recursos do fundo, cerca de 15% para parcerias é um valor bastante elevado", diz.
Um exemplo de produto desenvolvido por meio desse fundo em parceria com outros países é o caça leve e de treinamento T-50 Golden Eagle, feito pela empresa coreana Korea Aerospace Industries e pela americana Lockheed Martin, hoje adotado pelas forças áreas da Coreia do Sul, Indonésia, Filipinas e Iraque.
O acordo assinado neste domingo não autoriza empresas brasileiras a serem financiadas por esse fundo. Mas, segundo Barbieri, caso os projetos conjuntos na área de defesa entre os dois países evoluam, o acesso a essa verba poderia ser objeto de novos acordos entre os dois países no futuro.
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quinta-feira, 31 de outubro de 2019

Cadê a autoridade municipal?


UMA CIDADE 
AINDA A ESPERA 
DO MILAGRE DE GESTÃO




Não acreditamos que o prefeito de Parauapebas tenha permitido chegar a confusão, desencontro e prejuízos que seu setor de arrecadação esta causando na cidade.  Aliás parece que nosso prefeito há muito perdeu o controle da gestão local.

Com um orçamento de quase dois bilhões para dois mil e vinte, ano de eleições parciais, parece que a tragédia vindouro já se abate sobre quem ousa empreender por aqui.

E não temos saída, todos os prazos são sistematicamente perdidos quando se diz e se pretende empreender nesta cidade.

Os diversos setores e autoridades não estão combinados, fazem contadores e empresários baterem pé e cabeça atrás do obvio: o apoio incondicional da prefeitura a quem se aventura estabelecer seus negócios por essas bandas.

Os softwares gerenciais de alvarás das atividades econômicas, numa cidade sem zoneamento fiscal, sem esgotamento sanitário e sem saúde, primam pela soberba, obrigando a todos mudanças quase que diárias de intentos, custos, assertivas.

 O Sr. Lucas mais perdido que aventureiro, a cada instante fornece uma resposta, fazendo empresas e escritórios perderem tempo e produtividade.

Parece molecagem do órgão de arrecadação municipal. 

Talvez a justiça seja acionada para garantir a simplicidade econômica proposta pelo governo central.

Uma simples licença sanitária ou ambiental podem levar seis meses!  Temos um cliente produtor de alimentos que está esperando já há quatro meses autorização sanitária para funcionar, definitiva. 

O que faremos se não temos prefeito? Se qualquer chefe de setor de fiscalização tem mais palavra e mais autoridade do que quem foi eleito falando em OPORTUNIDADE?