quinta-feira, 30 de junho de 2016

Sem comandante... nau a deriva



O PREFEITO E A REELEIÇÃO











VALMIR da Integral se parece isolado e em silencio. Sua equipe para não estar em campanha, apenas inaugurações absurdas que apenas demonstram quem é realmente este desgoverno: inauguram ainda obras de Darci Lermen, até aqui o grande candidato nessas eleições.

Na verdade as inaugurações de Valmir, na sua imensa maioria apenas lembram as massas quem começou tudo isso. De que equipes saíram todos esses projetos e renovações. É um grupo tao incompetente e incapaz que sequer inventou ou começou algo novo.

A cidade padece sob suas mãos e efeitos perversos. Inaugura hospitais e clinicas sem pessoal ou equipamento, apenas pelo frenesi de inaugurar, achando que de alguma forma via beneficiar seu governo e ajuntar uns voto.

Todos os estudos  sérios e analises apontam Valmir como um cavaleiro solitário, cuja vaidade vai levar seu grupo para o ostracismo. Mesmo com a poderosa máquina de Parauapebas em mãos, com um cheque de polpudos 1,085 bilhão.

É verdade que despontam alguns apoiadores, mas os mesmos, aqueles agraciados de uma forma ou de outra com o joguete de poder do gabinete, que parece concentrar toda a estratégia. Jogam fora nomes muito maiores que o de Valmir.

Não aguentamos mais, ainda que falte meros noventa dias, mas até 31 de dezembro são ainda cinco longos meses. Muita água passará sob a ponte. Lamentamos.

Mas que Parauapebas veja o exemplo de como é perigoso votar por votar. A liderança de Darci e a  proximidade de Marcelo Catalão são retratos de que estamos acordando.

O traiçoeiro PT que apoiou todas as falcatruas e crimes de Valmir, agora bandeia para os braços de Marcelo. É muito ruim para Marcelo, um apoio que traz mais riscos que esperança. Macula um grupo do bem. E com certeza é apenas uma fuga, ratos procurando novas acomodações.

terça-feira, 14 de junho de 2016

ASFIXIA, asfixia...



ASFIXIA
Denúncia do CMS de Parauapebas deflagra ação da PF.





Parauapebas, Marabá, Xinguara e Belém: 5 prisões preventivas, 3 prisões temporárias, 9 conduções coercitivas e 35 mandados de busca e apreensão.




PF combate fraudes de mais de R$ 30 milhões em licitações públicas em Marabá/PA


EXCLUSIVA: como cidadãos de Parauapebas nunca tínhamos visto tantas visitas dos órgãos repressores a sede municipal. Uma gestão caótica, com graves e grandes suspeições de desvios e toda ordem de consorciação criminosa. Precisamos saber o que realmente esta acontecendo. É grave.




Marabá/PA - A Polícia Federal deflagrou hoje (14/6) a Operação Asfixia, para desarticular esquema criminoso de fraudes em licitações públicas de gases, operado por um grupo de empresários e funcionários públicos, em Marabá/PA e Parauapebas/PA. Estima-se que os investigados tenham desviado, em fraudes, mais de R$ 30 milhões. 

Ao todo, 150 policiais federais, divididos em 37 equipes, cumpriram as determinações judiciais, nas cidades de Belém/PA, Marabá/PA, Parauapebas/PA e Xinguara/PA. Foram cumpridas 51 medidas judiciais: 5 prisões preventivas, 3 prisões temporárias, 9 conduções coercitivas e 35 mandados de busca e apreensões, em empresas, cartórios, órgãos públicos e secretarias vinculadas às Prefeituras de Marabá/PA, Parauapebas/PA e Xinguara/PA. 

De acordo com as investigações, os suspeitos faziam parte de um consórcio criminoso composto por empresários e servidores públicos. O grupo foi formado para fraudar licitações públicas de gases, nas cidades paraenses. Os investigados fraudavam o caráter competitivo dos certames licitatórios, direcionando as exigências do edital, de maneira a favorecer apenas uma das empresas participantes do esquema criminoso. Após a vitória de uma delas, as “perdedoras” eram subcontratadas pela empresa vencedora. 

Nas investigações, também foi detectado que o grupo possuía alto grau de influência junto a órgãos e a servidores públicos federais, estaduais e municipais. Os líderes e integrantes do consórcio criminoso faziam gestões junto a diversos servidores públicos de entidades públicas. 

Para o sucesso das fraudes, os acusados praticaram vários crimes: corrupção de servidores públicos, falsificação de documentos, fraude na vazão dos gases medicinais destinados aos pacientes dos hospitais investigados. O último pode ter colocado em risco de morte muitos usuários do Sistema Único de Saúde. 

Ainda descobriu-se que os indiciados criaram empresas de fachada, algumas registradas em nome de “laranjas”, a fim de dificultar o rastreamento dos reais proprietários. A quantidade de recursos públicos desviados foi tanta que, em um parecer do Conselho Municipal de Saúde da cidade de Parauapebas/PA, esse chegou a afirmar que a quantidade de gases contratada para seis meses daria para abastecer, por um ano, a cidade de Goiânia/GO. Em três anos, os investigados faturaram mais de R$ 30 milhões, por meio de fraudes em licitações.

Dentre os bens apreendidos e perdidos pelos criminosos, há carros de luxo, aeronaves (aviões e helicópteros), uma lancha avaliada em mais de R$ 700 Mil, além de uma fazenda com uma pista de pouso para jatos executivos. O patrimônio foi adquirido a partir do desvio de recursos públicos do Sistema Único de Saúde. A PF também investiga crimes de estelionato, associação criminosa, corrupção ativa e passiva, agiotagem, falsificação de documentos públicos, falsidade ideológica, fraudes em procedimentos licitatórios, dentre outros. Se condenados, os suspeitos podem pegar penas que ultrapassam 30 anos de prisão. Comunicação Social da Polícia Federal em Marabá/PA. Contato: 94 3321 4008.

sábado, 28 de maio de 2016

Sem rumo, sem futuro





NÃO JOGUE
FORA MEU
DINHEIRO
O poder cega.  Assim, de evento em evento, cada um mais caro que o outro, fora os acordos espúrios, Valmir da Integral vai terminando seu serviço de inviabilizar Parauapebas.
 














O assombroso descaso com o dinheiro público chamou a atenção de quem passava por Parauapebas dia 20. Uma grande equipe percorria a cidade em carros de som, na emissoras do status quo, nas salas e repartições da prefeitura, convocando pessoas e pessoas para lotarem o ginásio da Unisa, local onde Darci marcou a cidade com seu povo e apoiadores. Valmir resolveu dar o troco e fez um grande e caro evento. Muito caro, diga-se de passagem. Estimamos em mais  de um milhão somado tudo.

Se lançou candidato para uma campanha em que ele nem deveria participar. Pelo volume de suspeições e crimes comprovados. Pelo próprio silencio da justiça e da imprensa quando o assunto são os desmandos e traições do seu governo.

Impressionante como se percebe o povo brasileiro. Quem eram aquelas pessoas que foram para a festa como se anda tivesse acontecendo?

Temos obras mas a que preços? Obras caríssimas e que não encontram paralelo em lugar algum do Brasil.

Valmir fez a Prefeitura de Parauapebas passar muita vergonha, desmoralizada perante parceiros importantes em Brasília. Nunca cumpriu tratos ou redistribuiu. Fez do seu jeito isolado, mal acabado.

Milhões foram devolvidos nestes três anos. Este governo não teve a habilidade de se buscar realizações baratas e com verbas legais federais. Preferiu queimar o caixa, assim ficou bem mais fácil dilapidar o patrimônio de todos nós. Sem punição.

No quesito corrupção o Brasil sabe se posicionar. É lamentável porque cerceia o amanha de inocentes.

Esta campanha do prefeito atual é algo perdido. Pode até ganhar porque o povo é besta e vota por recordação. Mas quem pensa não vota em Valmir.

Ficam os dois candidatos, Marcelo Catalão , Chico das Cortinas e Flávio Veras.
Aposto na transformação e crescimento humanos.

quarta-feira, 11 de maio de 2016

Tai prefeito e vereadores, a situação da VALE



Vale pretende vender até US$ 15 bi em ativos até 2017
Mineradora adota a estratégia para contrabalançar a queda do preço do minério de ferro e para reduzir seu endividamento
10/05/2016 às 17:58 - Atualizado em 10/05/2016 às 17:58


 Detalhes do plano foram apresentados a investidores nesta terça, em Miami(Divulgação Vale/VEJA)


A Vale pretende vender até 15 bilhões de dólares em ativos no biênio 2016-2017, entre operações essenciais e não-essenciais. A mineradora trabalha para contrabalançar os baixos preços do minério de ferro - seu principal produto - e sua grande dívida.

Em apresentação feita a investidores em Miami nesta terça-feira e publicada em seu site na internet, a empresa reduziu a expectativa de vendas de ativos não-essenciais para um intervalo entre 4 bilhões e 5 bilhões de dólares, neste ano. A previsão feita no início do ano era de venda de até 5,5 bilhões de dólares.

A mudança ocorreu no mesmo dia em que a empresa anunciou o encerramento sem sucesso das negociações com a norueguesa Norsk Hydro para venda de sua participação de 40% na Mineração Rio do Norte (MRN), produtora de bauxita no Brasil. Segundo a Vale, ambas as companhias "não conseguiram concordar com os termos comerciais".

Os valores das negociações não chegaram a ser publicados, e a MRN foi retirada da lista de venda de ativos pela Vale. Outro tópico que saiu da lista foi a intenção de vender ativos de fertilizantes. A mineradora não apresentou motivos.

A lista da Vale de vendas de ativos não-essenciais inclui navios e negócios de energia e carvão. Para chegar aos 15 bilhões, a companhia avalia também transações potenciais de ativos essenciais de 10 bilhões de dólares.

A empresa não apresentou detalhes sobre potenciais vendas, mas, em declarações recentes, o presidente da mineradora, Murilo Ferreira, afirmou que não havia restrições sobre quais os ativos essenciais que podem ser vendidos.
(Com Reuters)