segunda-feira, 20 de abril de 2020

alertam sobre uso de máscaras


Painéis de trânsito no Rio alertam sobre uso de máscaras

Mensagens são veiculadas em 29 painéis eletrônicos




A Companhia de Engenharia de Tráfego do Rio de Janeiro (Cet-Rio) está alertando motoristas e pedestres, por meio de mensagem, sobre a obrigatoriedade do uso de máscaras de proteção pela população. A mensagem está sendo veiculada nos 28 painéis eletrônicos fixos que dão orientações sobre trânsito e ficam posicionados nas principais vias da cidade.

A medida é parte das ações de combate à pandemia do novo coronavírus adotadas pela prefeitura do Rio, que decidiu, no último fim de semana, obrigar a população a usar máscaras nas ruas.

O decreto, que passa a valer a partir de quinta-feira (23), prevê que pessoas sem máscaras sejam impedidas de entrar em transporte público e nos estabelecimentos autorizados a funcionar no município.

Não é necessário usar nenhuma máscara especial. Apenas a máscara comum, feita em casa, já é suficiente, segundo informou o prefeito Marcelo Crivella, em entrevista coletiva no último sábado (18).



Edição: Graça Adjuto

domingo, 8 de março de 2020

Acordo militar


O impacto do acordo militar Brasil-EUA
Assinado por Bolsonaro na Flórida, acordo é negociado desde 2017 e prevê o desenvolvimento de projetos conjuntos entre empresas brasileiras e americanas do setor de defesa.

  
Trump recebeu Bolsonaro na Flórida
O presidente Jair Bolsonaro assinou neste domingo (08/03), na Flórida, um acordo militar com o governo dos Estados Unidos que permitirá que empresas brasileiras do setor de defesa desenvolvam projetos conjuntos com empresas americanas e se adequem a certificações e padrões de qualidade para terem acesso a novos mercados.
O compromisso firmado se refere a pesquisa, desenvolvimento, teste e avaliação de produtos de defesa (RDT&E, na sigla em inglês). No futuro, poderá abrir espaço para um novo acordo que permita às empresas brasileiras terem acesso a um fundo bilionário do governo americano que financia iniciativas no setor.
Para entrar em vigor, o acordo precisa ser analisado e ratificado pelo Congresso dos dois países, o que não tem previsão para ocorrer. O último compromisso do gênero com os Estados Unidos demorou cinco anos para ser ratificado pelo Congresso brasileiro.
O Brasil tem 1.100 empresas que atuam no setor da indústria da defesa, que exportaram em 2019 1,3 bilhão de dólares — 0,5% do total exportado pelo país no ano. O Ministério da Defesa estima que o valor exportado pelo setor cresça 30% neste ano.
O texto assinado neste domingo começou a ser discutido em 2017, no governo Michel Temer. Segundo Marcos Barbieri, economista da Unicamp e especialista em indústria de defesa, ele se insere num movimento de aproximação militar entre os dois países iniciado em 2010, na gestão Luiz Inácio Lula da Silva, quando foi assinado um acordo geral de cooperação militar, promulgado em 2015, no governo Dilma Rousseff.
"Esse acordo não começou agora e não termina agora. É um processo que começou lá atrás. Estamos dando um primeiro passo para parcerias de pesquisa e desenvolvimento, o que poderá evoluir mais à frente", diz Barbieri.
Segundo nota enviada pelo Ministério da Defesa, o acordo estabelece "termos e condições gerais que se aplicarão à condução e ao gerenciamento de atividades de pesquisa, desenvolvimento, teste e avaliação" e permitirá "a ampliação do acesso da Base Industrial de Defesa ao mercado americano, bem como a formalização de outros pactos no setor de Defesa, reduzindo processos burocráticos no comércio de produtos do segmento entre Brasil e Estados Unidos".
O acordo também possibilitará que as empresas brasileiras de defesa "tenham acesso às melhores práticas internacionais em seus processos produtivos", segundo o governo, e o desenvolvimento de projetos em conjunto, sob a supervisão do Ministério da Defesa brasileiro e do Departamento de Defesa dos Estados Unidos.
O impacto na indústria brasileira de defesa
Para Barbieri, o acordo pode levar à abertura de novos mercados para empresas brasileiras que desenvolverem projetos em conjunto com as americanas e sigam processos de qualidade e certificação exigidos pelos Estados Unidos. "O produto poderá ser vendido a outros países da Otan ou aliados", diz.
Ele menciona dois exemplos hipotéticos. Uma empresa brasileira que produza munições poderia desenvolver uma nova munição em parceria com uma empresa americana. Ou a Embraer Defesa e Segurança poderia desenvolver um novo avião militar em parceria com uma companhia dos Estados Unidos.
Companhias brasileiras pequenas e médias que produzam peças e componentes para produtos militares também podem ser beneficiar do acordo para se inserir em cadeias globais de produção, desde que tenham "competência e capacitação prévia", acrescenta Barbieri.
O economista pondera que, apesar de relevante, o acordo não é uma solução geral para todas as dificuldades da indústria de defesa brasileira e não envolve a transferência de tecnologias críticas ao Brasil. Outros pactos assinados pelo país no passado estipularam essa transferência, como o acordo com a Suécia para a aquisição e produção de caças e com a França para a construção de submarinos.
A Associação Brasileira das Indústrias de Materiais de Defesa e Segurança (ABIMDE)  afirmou, em nota, que está "bastante otimista" em relação ao acordo, que "pode contribuir com o desenvolvimento da base industrial de defesa" do país.
A entrada no fundo RDT&E
O fundo do Departamento de Defesa dos Estados Unidos destinado a RDT&E tem orçamento neste ano de 104 bilhões de dólares — uma quantia vultosa e que está em crescimento. Em 2018, foi de 96 bilhões e, em 2018, de 92 bilhões de dólares.
Toda essa verba é usada na área de defesa e abrange pesquisa pura, como em física e química, pesquisa aplicada, desenvolvimento de produtos, treinamento, avaliação e certificação.
"A supremacia militar é, cada vez mais uma supremacia tecnológica. O avião de caça que não estiver equipado com a tecnologia mais avançada não precisa nem decolar da base. E os Estados Unidos vêm gastando mais nisso para manter sua superioridade sobre a Rússia e a China, que fizeram grandes investimentos recentes", diz Barbieri.
Segundo o economista, a maior parte da verba desse fundo é destinada a unidades militares e empresas americanas. Em 2017, 81% dos gastos do RDT&E foram internos aos Estados Unidos, enquanto o restante foi usado em parcerias com empresas de outros países, como Coreia do Sul e França. "Tendo em vista o total de recursos do fundo, cerca de 15% para parcerias é um valor bastante elevado", diz.
Um exemplo de produto desenvolvido por meio desse fundo em parceria com outros países é o caça leve e de treinamento T-50 Golden Eagle, feito pela empresa coreana Korea Aerospace Industries e pela americana Lockheed Martin, hoje adotado pelas forças áreas da Coreia do Sul, Indonésia, Filipinas e Iraque.
O acordo assinado neste domingo não autoriza empresas brasileiras a serem financiadas por esse fundo. Mas, segundo Barbieri, caso os projetos conjuntos na área de defesa entre os dois países evoluam, o acesso a essa verba poderia ser objeto de novos acordos entre os dois países no futuro.
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quinta-feira, 31 de outubro de 2019

Cadê a autoridade municipal?


UMA CIDADE 
AINDA A ESPERA 
DO MILAGRE DE GESTÃO




Não acreditamos que o prefeito de Parauapebas tenha permitido chegar a confusão, desencontro e prejuízos que seu setor de arrecadação esta causando na cidade.  Aliás parece que nosso prefeito há muito perdeu o controle da gestão local.

Com um orçamento de quase dois bilhões para dois mil e vinte, ano de eleições parciais, parece que a tragédia vindouro já se abate sobre quem ousa empreender por aqui.

E não temos saída, todos os prazos são sistematicamente perdidos quando se diz e se pretende empreender nesta cidade.

Os diversos setores e autoridades não estão combinados, fazem contadores e empresários baterem pé e cabeça atrás do obvio: o apoio incondicional da prefeitura a quem se aventura estabelecer seus negócios por essas bandas.

Os softwares gerenciais de alvarás das atividades econômicas, numa cidade sem zoneamento fiscal, sem esgotamento sanitário e sem saúde, primam pela soberba, obrigando a todos mudanças quase que diárias de intentos, custos, assertivas.

 O Sr. Lucas mais perdido que aventureiro, a cada instante fornece uma resposta, fazendo empresas e escritórios perderem tempo e produtividade.

Parece molecagem do órgão de arrecadação municipal. 

Talvez a justiça seja acionada para garantir a simplicidade econômica proposta pelo governo central.

Uma simples licença sanitária ou ambiental podem levar seis meses!  Temos um cliente produtor de alimentos que está esperando já há quatro meses autorização sanitária para funcionar, definitiva. 

O que faremos se não temos prefeito? Se qualquer chefe de setor de fiscalização tem mais palavra e mais autoridade do que quem foi eleito falando em OPORTUNIDADE?

segunda-feira, 8 de julho de 2019

Reforma da Previdência


Câmara deve iniciar na 3ªfeira discussão sobre reforma da Previdência
Publicado em 07/07/2019 - 11:44
Por Ana Cristina Campos – Repórter da Agência Brasil Brasília






Plenário da Câmara dos Deputados aprova o texto-base da Medida Provisória (MP) 867/18, que prorroga o prazo de adesão do produtor rural ao Programa de Regularização Ambiental (PRA) até 31 de dezembro de 2020.
A semana na Câmara dos Deputados vai começar com a expectativa de o plenário iniciar a discussão sobre a Proposta de Emenda à Constituição (PEC 6/19) da reforma da Previdência nesta terça-feira (9).
O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), acredita que o texto poderá ser votado em dois turnos antes do recesso parlamentar, que começa em 18 de julho.

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, após reunião na residência oficial da presidência da Câmara.
Para Rodrigo Maia, texto da reforma da Previdência poderá ser votado em dois turnos na Câmara antes do recesso parlamentar, que começa dia 18 - Marcelo Camargo/Arquivo/Agência Brasil
O parecer do relator Samuel Moreira (PSDB-SP) na comissão especial que tratou do tema foi aprovado na quinta-feira (4), e os destaques ao texto-base terminaram de ser apreciados pelos integrantes do colegiado na madrugada de sexta-feira (5).
Para o texto começar a ser debatido no plenário, o regimento da Câmara estabelece um prazo de duas sessões após a conclusão da votação na comissão especial.
Maia avalia que já tem votos necessários para aprovar a reforma no plenário. A expectativa do parlamentar é que a medida seja aprovada por pouco mais de 325 deputados.
Com a aprovação na comissão especial, a proposta seguiu para o plenário da Câmara. Por se tratar de uma PEC, o texto precisa ser aprovado por três quintos dos deputados, o correspondente a 308 votos favoráveis, em dois turnos de votação.
Aprovada pelos deputados, a matéria segue para apreciação do Senado, onde também deve ser apreciada em dois turnos e depende da aprovação de, pelo menos, 49 em um universo de 81 senadores.
Destaques
Após 16 horas de debates, a comissão especial concluiu, na madrugada da sexta-feira (5), a votação dos destaques com sugestões de mudanças no relatório.

Foram derrubados, em bloco, 99 destaques individuais e analisados, um a um, 17 destaques de bancadas – a maioria rejeitada.
Apenas dois destaques foram aprovados. Um deles, do bloco PP, PTB e MDB, retirou dois temas do relatório. O primeiro é a limitação para renegociação de dívidas junto ao estado em até 60 meses. Atualmente, os programas não têm limitação de prazo.
O segundo ponto excluído do parecer trata da cobrança de contribuições previdenciárias sobre a exportação do agronegócio. Com essa renúncia fiscal, o governo projeta uma redução da economia prevista com a reforma em R$ 83 bilhões nos próximos dez anos.
O outro destaque aprovado, do DEM, retira policiais militares e bombeiros do texto da PEC.
Os deputados aprovaram, por unanimidade, a retirada da aplicação a policiais militares e bombeiros das regras de transferência para inatividade e pensão por morte dos integrantes das Forças Armadas, até que uma lei complementar local defina essas regras.
O texto exclui ainda a possibilidade de que lei estadual estabeleça alíquota e base de cálculo de contribuição previdenciária para policiais e bombeiros militares.
Agentes de segurança e professores
A comissão especial rejeitou mudanças nas regras de aposentadoria para policiais que servem à União. Pelo texto aprovado na comissão especial, policiais federais e legislativos se aposentarão aos 55 anos de idade, com 30 anos de contribuição e 25 anos de exercício efetivo na carreira, independentemente de distinção de sexo.

Por 30 votos a 18, a comissão rejeitou mudança nas regras de aposentadoria de professores. O destaque buscava manter as atuais regras de aposentadoria para professores, com 25 anos de contribuição para mulheres e 30 anos para homens, sem exigência de idade mínima.
Pelo texto do relator, as professoras poderão se aposentar com 57 anos de idade e 25 de contribuição; e os professores, com 60 de idade e 30 de contribuição. Os profissionais do magistério terão de comprovar efetivo exercício na educação infantil ou nos ensinos médio e fundamental.

Saiba mais

Edição: Kleber Sampaio
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quinta-feira, 13 de junho de 2019

Projeto de lei


Governo deve propor projeto de lei para extinguir conselhos federais
Declaração foi feita pelo porta-voz Otávio Rêgo Barros
Publicado em 12/06/2019 - 23:07
Por Pedro Rafael Vilela - Repórter da Agência Brasil Brasília






Briefing do Porta voz da Presidência da República Otávio do Rêgo Barros.

Após os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) formarem maioria para limitar o alcance do decreto presidencial que extinguiu os conselhos federais , o Palácio do Planalto informou nesta quarta-feira (12) que o governo deve enviar um projeto de lei para garantir o fim dos órgãos colegiados, inclusive os que foram criados por lei. 

Em sessão hoje, nove ministros do Supremo votaram no sentido de que o decreto presidencial não pode extinguir colegiados cuja existência conste em lei. O julgamento foi suspenso, porém, por um pedido de vista (mais tempo de análise) do presidente da Corte, Dias Toffoli, que prometeu retomar a análise do caso na sessão plenária de amanhã (13).  
O plenário encontra-se dividido, entretanto, sobre se o decreto deve ser integralmente suspenso via liminar ou se a medida cautelar deve suspender apenas para a parte da norma que trata dos colegiados mencionados em lei. Até o momento, cinco ministros votaram pela suspensão integral, enquanto quatro votaram pela suspensão apenas parcial, no ponto que se refere aos colegiados cuja existência consta em lei.
"Aquilo que foi julgado, há pouco, pelo Supremo Tribunal Federal é perfeitamente compreendido e, por considerar que o fato em si precisa ser reforçado, o senhor presidente há de retornar com um instrumento legal, provavelmente um projeto de lei, para apresentar essa modificação, partindo dessa feita, para o Congresso Nacional", disse o porta-voz do governo, Otávio Rêgo Barros.
A liminar pela suspensão integral do decreto foi pedida pelo PT em uma ação direta de inconstitucionalidade (ADI). Para o partido, além de ser uma medida que atenta contra o princípio democrático da participação popular, a extinção dos conselhos federais somente poderia se dar por meio de lei aprovada no Congresso. 
Edição: Fábio Massalli
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