domingo, 9 de outubro de 2016

Prefeito Valmir, go home!



TÃO DESASTRADO
QUE PERDEU
PRA ELE MESMO









O começo e as intenções

 
O meio e a alma do homem


O fim. É o que se espera.

VALMIR DA INTEGRAL E SUA TROUPE mostraram a que vieram.  E da pior forma. Ao longo de quatro anos fizeram tudo que não deveria ser feito: prevaricaram, enganaram, deram o cano, fizeram uma política ruim e de baixo nível, não souberam se precaver, evitar as repetidas batidas da polícia e do MP. Compraram inimigos, se revelaram péssimas pessoas. Honra e princípios não tinham nome ou espaço nas suas agendas.

Nem a máquina poderosa e com fundos praticamente inesgotáveis salvaram-nos por mais  quatro anos. De brincadeira perderam por baixo mais três bilhões para fazerem praticamente o que quisessem, haja visto o enorme controle que detiveram nesses anos sobre o aparato repressivo.

Perderam para eles mesmo. Focaram nos desencontros do Darci, desencontros esses muito menores que as enormes lacunas que deixaram sem preencher. Mostraram nesse final um grupo de aves agourentas e incapazes. 

E não adiantou gastar. Não adiantaram ameaças, preces, subornos. Perderam feio. Agora vão para casa e seguramente começam a pagar a enorme e praticamente impagável dívida que possuem com a sociedade. E não será mais sem tempo. Perderam para eles mesmo.

A valentia e a falta de noção ou modéstia fizeram-nos subestimar seus adversários. Mesmo torrando milhões encontram-se agora nas mãos de outrem. Nem os quase quarenta e oito mil votos servem de alguma coisa quando se olha para a dívida milionária que possuem.

Esperamos que a justiça continue a ser feita. Nunca prestou contas a câmara dos vereadores. Eliminou pessoas quase instituições, quebrou muitos empresários, destruiu vidas e sonhos. É uma conta elevada e os credores estão furiosos.

Como a sociedade permitiu tanta loucura? Como chegamos a este estado de coisas?

Darci agora triunfa mas terá pouquíssimo tempo para mostrar a que veio. Não é possível permitirmos ante o tamanho desespero mais loucuras. Parauapebas tem pressa de ser resgatada.

Em casa esperamos que VALMIR reflita sobre o mal que fez e o tanto que destruiu.

terça-feira, 27 de setembro de 2016

Campanha de crimes



COMPRA DE VOTOS
















COM UMA CAMPANHA FEIA, DESONESTA e típica de sua ação nesses últimos quatro anos, Valmir da Integral e sua “equipe esperta” tentam induzir o eleitor ao erro criando factoides recorrentes sobre o principal candidato e seguramente vencedor dessas eleições no domingo, Darci Lermen. A manobra para torna-lo inelegível, comentada e espalhada recorrentes vezes não passou disso – manobra. E das feias. Colocando a justiça e novamente a polícia federal de olho nos grupos de poder. 

Porque a campanha de Marcelo Catalão não se envolvia, ela inovação e pelas consequências que seria ganhar chutando a canela do adversário.

Aliás isso não é política, é armação e incompetência. Não podemos acreditar num vale tudo desenfreado. Porque é assim que Valmir da Integral pensa e age. Incapaz de inovar e confiar em si, passou a atacar o principal candidato espelhando mentiras, ações nefastas e fofocas a que apenas fortaleceram ainda mais quem já conhece a estratégia desse grupo e quem realmente quer renovação na cidade.

Compra de votos
Aqui cabe um hiato – a justiça eleitoral, os órgãos de investigação e os juízes locais. Porque a permissividade. A campanha agressiva e desonesta de Valmir da Integral e seu grupo, claramente estimulada pelo silencio legal, esta ousando ainda mais. A estratégia de compra de votos esta escancarada e totalmente em aberto. Há uma verdadeira filosofia de marketing de rede para sua aquisição e fiscalização da entrega dia 2.

É impressionante o número de pessoas simples que tem nos procurado perguntando pelos riscos que correm em aceitar entregar o número do seu título de eleitor em troca de setenta reais. Se o comprador tem mesmo condições de conferir com alguma relação, emitida pelo próprio TSE.

Está sendo feito assim: um cabo eleitoral popular busca quinze eleitores numa espécie de cadastro. O aliciador recebe trezentos reais, o cabo eleitoral os benefícios e os eleitores recebem cada um, setenta reais. Já iniciou os pagamentos, garantidos que estão pela relação de títulos, endereço e zona.

Como estão fazendo abertamente e sem maiores cuidados, imagina-se uma justiça eleitoral realmente cega. E no ambiente fermentador do desemprego e das dívidas, imagine o que vai acontecer dia 2 de outubro.

Corruptores e corrompidos não devem ficar impunes. O pobre eleitor não é mais inocente que o esperto aliciador e candidato. O problema é que a justiça brasileira – qualquer delas, tem cor e faixa de renda.

domingo, 18 de setembro de 2016

Esperamos por renovação em 2 de outubro



POR QUE A CAMPANHA DE VALMIR DA INTEGRAL É FAKE














A movimentação em torno de Marcelo Catalão cresce, enquanto Valmir da Integral ataca Darci, num discurso que não interessa as massas que realmente votam.

Uma rejeição entre 40 a 37 por cento inviabiliza qualquer candidatura ou campanha. O pior é quando o principal interessado nesta campanha é o alcaide chefe, o prefeito que detém entre outras coisas o amplo poder da máquina administrativo-financeiro.

Valmir da Integral não se sustenta e não é apenas pela rejeição monstra. É por sua total incapacidade administrativa, que transformou Parauapebas numa praça de guerra aberta. Praticamente a cada dois meses uma batida policial ocorre na administração. São tantas visitas que há algo de rotineiro nessa escala.

A sociedade assiste   anestesiada a evidencia de que algo não vai bem, mas mantem a estrutura de poder que faz tanto mal a cidade.

Com a paralisia da exploração mineral, os repasses VALE para o município caem. Não é apenas pela queda da oferta de mineiros, é pela possibilidade DE ABANDONO total da mina de Carajás, evento que levaria a cidade para seus primórdios mais selvagens. Praticamente o fim numa cidade de desanimo e perdas como agora se tornou. E nenhuma possibilidade de renascimento, devido ao fato de não termos plano algum  para recomeçar. Nestes últimos quatro anos apenas perdemos. Tudo que havia sido construído até então.

A renovação se daria com a eleição de Marcelo Catalão. Poderíamos com o apoio da ainda classe empresarial aprovar diversas leis que trariam o consumo imediato da prefeitura para a própria cidade.  Nossas cabeças assumiriam num cenário de crise, propicio a profundas transformações na gestão, a iniciar com profunda reforma administrativa. Um governo forte, com condições de diálogo com setores interessados em manter uma cidade que poderia em cinco, dez anos retomar o crescimento numa econômica não mineral.

Darci é um candidato cuja governança já conhecemos. Traria serviços, mas não teria condições de reformas profundas e estruturais.

Chico das Cortinas e Dr. Hypólito também, pela inédito de suas campanhas, trazerem novidades numa possível gestão em 2017. Veremos. 

Quem realmente não interessa a ninguém é Valmir da Integral. Decididamente seria o fim do que resta de Parauapebas. POR RENOVAÇÃO JÁ. QUE VENHA 2 DE OUTUBRO!

terça-feira, 30 de agosto de 2016

Corpo estranho

CORPO ESTRANHO NA CAMPANHA ELEITORAL



Muito nos encanta a ação da justiça federal, justamente a justiça federal em Marabá, decidir em plena campanha eleitoral indisponibilizar os bens de um  dos competidores. E justamente num caso em que cabe contestação, ainda sob investigação e já punindo o candidato antecipadamente tal como aconteceu com os vereadores afastados.

É estranho. É muito sério.

Todos sabemos quem deveria estar sendo punido mas é o primeiro a ter sua candidatura aprovada. Não nos surpreende em se tratando do Brasil que  jamais se tornará um país sério.

Não damos elementos para a comunidade internacional nos levar a sério.
Aqui em Parauapebas os cinco competidores, dentre eles há aquele privilegiado. Com disponibilidades imediatas e quase infinitas duvido que a justiça eleitoral esteja esperta os suficiente para coibir os abusos que já brotam aos olhos, não enxerga quem não quiser.

Há competidores em todos os níveis num nível de gasto que facilmente várias campanhas vão apelar para recursos de caixa dois e etc e tal.

Sonhamos com uma justiça séria e independente. Com ações de campanha que busque realmente a renovação de Parauapebas.


E que o judiciário seja isso mesmo, apenas o terceiro poder, igualando as oportunidades, promovendo as mudanças toa caras a democracia. Estamos torcendo para que nessas eleições o jogo seja limpo, com todos competidores em condições de, em 2 de outubro, estejam junto com o povo nas urnas. Sem golpe na canela, sem dedo nos olhos e sobretudo sem ajuda dos juízes.