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quarta-feira, 16 de maio de 2018

É festa!


DUAS MIL FAMÍLIAS COMEMORAM ANÚNCIO DE LOTES URBANIZADOS DURANTE ANIVERSÁRIO DA CIDADE




Outros projetos habitacionais já estão tramitando no Ministério das Cidades e deverão ser anunciados em breve pelo governo municipal
“Lar da Nossa Gente” é o nome do novo projeto habitacional de interesse social anunciado na última quinta-feira, 10, pela Prefeitura de Parauapebas para beneficiar duas mil famílias de menor renda do município. “Este é um presente para nossa gente e principalmente um presente para pessoas que realmente precisam”, enfatizou o prefeito Darci Lermen ao citar as áreas habitadas atualmente por famílias pré-selecionadas para o projeto.

Em consenso com associações de moradores, com o Conselho Municipal de Habitação e outras entidades, o governo municipal, com o trabalho encabeçado pela Secretaria de Habitação (Sehab), anunciou que os beneficiários são provenientes de áreas de risco, como as palafitas do bairro Primavera, área ocupada no bairro Nova Vida, bairro Ipiranga e ocupação do Linhão, esta última localizada no bairro Tropical.
Para os moradores da ocupação do Linhão, o anúncio já havia sido feito em março de 2017 e, na ocasião, o governo municipal garantiu que daria início ao projeto, o que foi concretizado após passar por todos os trâmites necessários, incluindo aprovação na Câmara Municipal.

ÂNSIA E FELICIDADE
O anúncio realizado no dia em que o município de Parauapebas completou 30 anos de emancipação política deixou a Praça de Eventos lotada de famílias que esperavam ansiosamente pela lista dos pré-selecionados e comemoram com a confirmação do benefício.

Raimunda da Silva, 72 anos, moradora do bairro Tropical, não escondeu a emoção de estar entre os beneficiários: “Não tenho casa e não tenho como comprar. E ganhar uma casa me deixou feliz, muito feliz”, disse a dona de casa.

Outra beneficiária, Janice Alves, 29 anos, mesmo com a filha de apenas 17 dias de nascida, não deixou de comparecer ao anúncio. A moradora do bairro Ipiranga também saiu satisfeita: “Estou muito feliz! Consegui meu lar depois de algum tempo esperando, valeu muito a pena”, afirmou ela. 

Durante a cerimônia, 30 famílias receberam certificados simbólicos, enquanto que os demais beneficiários acompanharam a leitura e divulgação de seus nomes no telão.

HABITAÇÃO DIGNA
Os lotes serão doados em área urbanizada com pavimentação asfáltica, iluminação pública, saneamento básico e água encanada. Os beneficiários serão contemplados ainda com o apoio do kit construção. A verba será uma ajuda para as famílias que devem em breve participar do sorteio dos lotes e em seguida da entrega das unidades.
Segundo o prefeito Darci Lermen, outros projetos habitacionais para Parauapebas já tramitam no Ministério das Cidades. Além disso, está prevista ainda para este primeiro semestre a entrega de 1.392 apartamentos da fase ll do Residencial Alto Bonito, além das 1.194 unidades no Residencial Novas Carajás lX, iniciativa do governo federal por meio do programa Minha Casa Minha Vida, que deverá ser concluído com a retomada das obras após a selagem das unidades realizada pela Sehab este mês. 

A Prefeitura de Parauapebas está fazendo um grandioso esforço para contemplar ainda este ano o maior número possível de famílias com projetos habitacionais de interesse social e, ao mesmo tempo, criar novos postos de trabalho ao aproveitar a mão de obra local para a construção civil.


Texto: Jéssica Diniz
Fotos: Helder Messiahs
Assessoria de Comunicação - Ascom | PMP

domingo, 31 de dezembro de 2017

Rio de Janeiro



Prefeito Marcelo Crivella defende grandes eventos no Rio com recursos privados
  • 31/12/2017 18h03
  • Rio de Janeiro
Léo Rodrigues - Repórter da Agência Brasil
O prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella (PRB), defendeu hoje (31) a realização de grandes eventos na cidade com recursos majoritariamente privados. Segundo ele, assim como o réveillon, o carnaval precisará se tornar menos dependente da verba do poder público. A avaliação ocorreu durante uma visita ao palco montado em Copacabana, onde os artistas irão se apresentar mais tarde na festa da virada de ano.

"Nosso carnaval, como o nosso Rock in Rio, não precisa de dinheiro público. O Rock in Rio sobrevive sozinho e o nosso carnaval vai sobreviver sozinho também. Teremos um carnaval espetacular no próximo ano com mais verba privada do que pública. E o réveillon também", disse.

Em junho, Crivella havia anunciado que, para o carnaval de 2018, iria reduzir pela metade a subvenção às escolas de samba em função da crise econômica. Na ocasião, ele também criticou o aumento do repasse concedido pelo seu antecessor, o ex-prefeito Eduardo Paes (PMDB). Na última edição da folia, cada agremiação do grupo de elite recebeu cerca de R$ 2 milhões da prefeitura. Após o anúncio do corte, as escolas ameaçaram não desfilar, mas posteriormente retomaram o diálogo com o poder público para garantir o evento.

Crivella disse ainda estar eufórico com o sucesso da organização do réveillon. A prefeitura espera 3 milhões de pessoas na praia de Copacabana, o que seria um recorde. De acordo com estimativas da Empresa de Turismo do Município do Rio de Janeiro (Riotur), os turistas devem injetar R$ 2,2 bilhões na economia do município.

"Foi um ano difícil, mas que está terminando de uma maneira muito positiva. Estamos mostrando ao Brasil e ao mundo que nós, cariocas, somos capazes de superar nossas crises, de enxugar nossas lágrimas, de acreditar na nossa força e na pujança do nosso povo".

O presidente da Riotur, Marcelo Alves, disse que 82% dos recursos investidos no réveillon de Copacabana não saíram do caixa da prefeitura. O percentual envolve os investimentos em três eventos: além da festa da virada, um baile-show da Orquestra Tabajara deu início às celebrações de réveillon na sexta-feira (29) e um encontro de todas as escolas de samba do Grupo Especial com a Orquestra Sinfônica da Petrobras encerrará a programação no próximo sábado (6). Entre os patrocinadores estão o Ministério da Cultura, a Caixa Econômica Federal, a Petrobras, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), a Ambev e a TIM.

Segundo Marcelo Crivella, buscando recursos privados, o Rio de Janeiro sediará outros grandes eventos. "Antes tínhamos só três grandes eventos anuais: o réveillon, o carnaval e o Rock in Rio. Agora serão 12 grandes eventos. (...) Teremos atrações durante todo o ano. Isso é para ficarmos animados. E já começa semana que vem com o encontro de todas as escolas de samba com a Orquestra Sinfônica da Petrobras, que vão se reunir aqui nesse palco monumental". A expectativa da prefeitura é que a união de ritmistas forme a maior bateria, garantindo um registro Guinness, o Livro dos Recordes.

Balanço
Questionado sobre o cumprimento de apenas nove das suas 54 promessas durante a campanha eleitoral, Crivella fez um balanço positivo de seu primeiro ano de governo. "Viramos o ano sem crise de greve de funcionários, nem professores e nem garis. Não atrasamos um mês de salário, nem o 13º. Não tivemos hospitais fechados. Não tivemos crise da dengue e nem inundação da cidade. Temos mais a comemorar do que essas tantas promessas que ainda temos três anos para cumprir", disse.

"Esse primeiro ano foi arrumação de casa. Nós recebemos o Rio de Janeiro com R$ 4 bilhões de contas para pagar. Além disso, 350 mil cariocas nos últimos dois anos perderam empregos com carteira assinada. Nossos hospitais receberam muito mais pessoas que agora estão sem plano de saúde. As escolas públicas também absorverem alunos que vieram da rede particular", acrescentou o prefeito.
Edição: Aécio Amado

sexta-feira, 18 de agosto de 2017

Falta água porque falta gestão



A FALTA D’ÁGUA
Parauapebas viveu o sonho da água










A incompetência é uma variante da vaidade, podem acreditar. Ou da ignorância, como vemos recorrentes vezes numa cidade que tem tudo para desabrochar e não segue em frente. Recorrentes situações nos levam teimosamente para o passado, o passado, o passado.

Quem autorizou o repasse de um órgão importante como o SAAEP para as mãos de pessoas que declaradamente não entendem nada, mas nada mesmo de gestão de águas? Águas e nunca de esgoto, porque Parauapebas, a cidade mais rica do Pará, não tem rede de esgoto. A cidade campeã de loteamentos não teve a capacidade de exigir o esgotamentos sanitário das outrora poderosas Buriti e Nova Carajás.

Reincidência?

E o problema da água e esgoto de Parauapebas é milionário. Precisa de grana e capacidade de gestão. Como um governo excludente e raivoso pode incluir os que querem ajudar a cidade?  Não acredito mais em solução. A gestão do Gesmar avançou sim, temos dois livros publicados sobre seu trabalho, onde mostramos os avanços, a preocupação com a gestão, a tentativa freada de renovação do órgão. Foi um momento em que as pessoas sonharam com uma possibilidade.

Agora vemos novamente o engessamento do SAAEP. Lamentamos. 

Não sei se esses vereadores tem alguma noção do que seria a alienação gerencial do SAAEP. Não sei se hoje teríamos interessados com capacidade financeira para tal empreitada. Mas defendemos os estudos técnicos para avaliar a capacidade de geração de caixa da entidade. Fizemos esse estudo em 2013 e temos plano de trabalho para tirar a entidade do fosso que cada dia desce mais fundo. Mas não somos governo. Aliás estamos surpresos com tanto apego ao passado desse novo governo. É realmente lamentável.

As tentativas do prefeito são louváveis e ele precisa mostrar a que veio. Não temos um macroplanejamento de ações e iniciativas, o planejamento tem que ser ágil o bastante para não ficar fazendo retratos ou pirações futuras, a ação acontece aqui, plantada lá atrás.